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16 novembro 2011

Por que seu namorado sempre vai olhar...

...disfarçado (ou descarado) ao passar por uma mulher?

Uma grande parte de nós mulheres já passou - ou vai passar - por esse tipo de situação: em um dia normal, acompanhadas de nossos respectivos companheiros em qualquer lugar onde exista gente circulando [restaurantes, shoppings, passando de carro por uma rua, praia, festas, igreja, funeral...], nos deparamos com essa lamentável cena [:@]: ao passar uma mulher com algum "atrativo físico", "nossos queridos" não resistem: sempre dão aquela "olhadinha". Alguns conseguem disfarçar. Outros "viram o pescoço"  e até fitam o olhar na moça. Que raiva!!!

Agora me digam: é ou não é uma situação bastante desagradável para nós mulheres?  Tá certo que devemos ter sempre "em mãos" a nossa querida autoestima para nos fortalecer em momentos assim. Mas é quase inevitável: a raiva toma conta de nós em pouquíssimos minutos.

Aquele papo de concordar e ao mesmo tempo dar aquela "alfinetada" dizendo pra ele perceber que você está vendo que ele tá olhando: "amor, ela é mesmo bonita, né?", não rola comigo. Eu não tenho o sangue tão frio assim. Mas o pior é que não podemos fazer nada! Até a ciência comprova e afirma: seu namorado sempre vai olhar disfarçado (ou descarado) ao passar por uma mulher. Quer ver só??? 

A Revista Galileu publicou esse artigo explicando justamente como diabos é isso! Tive mais raiva ainda por saber que uma safadeza (!) dessa natureza agora está sob "a proteção" da ciência!!! Haushahsua! Putz! Sacanagem, né não???

Leia e fiquem indignadas também! rs


 "Seu namorado tem essa péssima mania? Culpe a seleção natural (como quase tudo que tem relação com o comportamento sexual masculino e feminino). Ao longo da evolução humana o macho se destacou por sua capacidade de visão. "Nos primórdios a mulher ficava muito mais circunscrita a um local para onde homem voltava e trazia prendas, alimento, frutos da caçada. Nesta busca por carne o homem desenvolveu grande afinidade com a atividade visual, ela se apresenta não apenas com relação ao sexo. Mas certamente tem grande peso em sua dinâmica de atração, é o que primeiro lhe chama a atenção e segue tendo muito apelo até o final de sua vida”, afirma Carmita Abdo, doutora em sexualidade e coordenadora do Núcleo de Medicina Sexual da Faculdade de Medicina do Hospital das Clínicas, em São Paulo.
Então, você pode até dar um beliscão bem forte no seu namorado/marido/ficante, mas saiba que as raízes de seu comportamento estão naquele antepassado caçador de milhares de anos atrás. Isso também confirma o que você já sabia: seu namorado é um pouquinho troglodita."

E eis que Darwin, mais uma vez, salva os Homens!!!! (rs)

Galileu – Fórmula do amor



19 outubro 2011

A primeira impressão [nem sempre] é a que fica! [Republicação]


Dizem que a primeira impressão é a que fica. Eu não concordo! A não ser que você não tente conhecer a pessoa melhor depois (ou não tenha chance de fazer isso).


Às vezes conhecemos alguém e de cara gostamos. Bingoooo! Você pensa: é A Pessoa!!! Legal, extrovertido(a), bonito(a), simpático(a)... um encanto! Tem TUDO o que você gosta. É exatamente do jeito que você imaginou. Perfeito!!! Mas... Passados uns dias de convivência, a pessoa consegue desconstruir toda aquela ótima "primeira impressão" que você teve no início. O que houve de errado??? Nada! Você apenas conseguiu 'enxergar' um pouco mais a verdadeira essência da pessoa... Afinal, somos humanos.... Não somos perfeitos...

Enfim, nos enganamos e a pessoa não era nada daquilo que deixou transparecer... E você achando que ele(a) era perfeito(a)??? Que nada! Era mais um engano! Hum... e quantos enganos ainda virão??? Imprevisível saber.... Conhecemos tantas pessoas todos os dias! Interagimos socialmente a maior parte tempo... Impossível ter certeza sobre algo do tipo.
Entretanto, sobre o assunto posso afirmar algo: prefiro antes de tudo não ter uma boa impressão sobre alguém num primeiro momento, e depois essa pessoa ir desfazendo isso [ou seja, construindo uma imagem positiva dela], do que ter a melhor das impressões no início e a própria pessoa desconstruir isso aos poucos. Muitos sei que concordarão comigo!

É realmente decepcionante esse segundo caso, e o pior é que acontece vez ou outra... Comigo mesma, aconteceu recentemente!!! Mas, é como dizem os mais antigos quando alguma coisa assim acontece:

"_ Não fique triste! Você pulou uma fogueira!" rsrsrs... E eles têm razão!

Eu, obviamente não quero me queimar, por isso, é melhor passar bem longe da fogueira que acabei de pular!!! Sigo adiante...




Publicado originalmente em 29 de julho de 2008.

04 abril 2011

Uma Data Que Será Sempre Marcada Por Lembranças…

Dia 04 de abril de 2009… Após tudo acertado, embarcamos para nossa primeira lua de mel (a primeira das muitas que viriam, segundo ele..). O destino: João Pessoa-PB.

 
Após um ano de "encontros e desencontros" (março de 2008 a março de 2009), finalmente nos entendemos. Firmamos nosso compromisso, e prometemos um ao outro que aquela "nova" relação que se iniciava, seria para sempre. Nunca imaginaríamos que esse "pra sempre"  juntos seria tão breve…
 
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 Na estrada, rumo a João Pessoa.

Foi uma viagem maravilhosa, inesquecível. Tudo correu perfeitamente bem. E não poderia ser diferente. O amor que nos uniu estava crescendo de forma surpreendente até para nós dois. Um amor puro, sólido e recheado de felicidade. Esquecemos todas as decepções do passado. Nos prometemos que, a partir daquele momento, viveríamos um para o outro. Enfim, começamos nossa vida realmente juntos.

ANDINHO PARA SEMPRE (95)Pôr do Sol do Jacaré – Cabedelo/PB

Foi tudo muito rápido. A intensidade do sentimento nos consumia de forma veloz. Era muito amor e ele precisava ser vivido. Grudamos! Tirando as horas de trabalho, todas as outras ficávamos juntos (e não foi só no começo… era assim até o dia 22.03.11). Os amigos estranhavam… Como podem viver tão grudados e não enjoarem um do outro? Não sabíamos, mas tínhamos pouco tempo juntos pela frente. Talvez por isso, de forma inconsciente, fomos aproveitando intensamente todos os dias e horas que passávamos juntos.
 
Ano passado fiquei muito triste por não ter conseguido fazer o nosso "4 de abril" um dia diferente. Seria a comemoração do nosso 1º ano juntos (oficialmente falando). Pensei em dedicar aquele domingo exclusivamente a nós dois, porém, nada do que pensei em fazer deu certo. Passamos o dia juntos sim, mas não da forma que eu tinha pensado. Queria ter feito algo diferente, mas não pude. Disse a ele o que eu tinha pensado para aquele dia, e disse também que eu estava triste por não ter dado certo o que eu queria fazer. Até escrevi sobre isso aqui no blog. Lembro que ele me olhou e disse: "_Ow, meu Bb… Tem nada não! Virão muitos outros "4 de abril" ainda… E em todos eles estaremos juntos comemorando nossa felicidade. No próximo ano tudo vai dar certo".
 
Pra compensar aquele dia "que não foi o que deveria ter sido", fiz esse vídeo e dediquei a ele:
 

O tempo passou…  Um ano depois desse vídeo e 2 anos depois da nossa 1ª lua de mel, eu estou aqui; porém, ele não está mais comigo… Descobri que ao contrário do que ele me disse há um ano atrás, nós não tínhamos muitos "4 de abril" pela frente, para celebrarmos juntos…
 
Ele se foi e agora estou sozinha. Não tenho mais meu Bb para comemorar "nossa data". Todos os planos que eu [já] tinha feito para hoje, foram soterrados por um doloroso e inacreditável "nunca mais".
 
Parece irreal pra mim. Mas [sei que] é verdade.
 
…Aqui dentro ainda segue aquela ferida aberta… E ela dói muito. Hoje sei que o dia não será fácil… O sorriso, outrora sempre presente em minha face, hoje não já faz mais sentido… Sei que minha vida continua, e que mesmo sem ele, vou ter que suportar passar por outros "4 de abril". Porém, jamais vou esquecer que esse dia, tão carregado de lembranças e significados, poderia "ser sempre um dia" para celebrar e comemorar nosso amor, nossa felicidade…
 
E, apesar de saber que ele não está mais aqui, não posso deixar de dizer:

Eu Amo Muito Você, Meu Bb… Feliz Aniversário de "nós dois"…

Saiba que vou sempre acreditar nisso que você me disse "via twitter", há poucos dias atrás:

Twitter 

Assinatura

29 março 2011

Uma semana atrás...

Terça-feira, 22 de março de 2011 - 5:35h da manhã.... Você me beija, como fazia todos os dias ao acordar, pergunta se eu não vou ao médico, eu respondo que não, e depois você despede-se com um "eu te amo, Bb... até mais tarde"... Eu fico na cama, esperando a hora de levantar...

Exatamente 6h horas depois desse contato, você já não estará mais comigo. Em seu relógio ficou registrado a hora de sua partida: 11:55h. Uma partida violenta e sem sentindo... Você foi, mesmo não querendo ir. O acaso te levou. E por milésimos de segundo, você não conseguiu se livrar daquele carro que veio em sua direção... Não sei se você teve tempo de pensar em algo antes do impacto da batida... Mas desde esse dia, meu pensamento não é outro.

Busco aceitar, já que não tenho mais nada a fazer... Mas é difícil suportar a dor... Sinto-me sozinha. Sua presença constante ao meu lado já não existe mais. Estou falando da presença física, pois da minha mente você não sai... Hoje já não posso mais te dar aquele abraço apertado de todos os dias... Já não ouço mais você chegar dizendo: "_ Cheguei meu Bb, minha vida..." e me encher de beijos depois...


Já não posso mais cheirar seus cabelos... Já não posso mais beijar sua boca... Já não posso mais me aconchegar em seus braços, quando ficávamos bem juntinhos em nossa cama... Já não posso mais te fazer o cafuné que você tanto gostava... Já não recebo mais seus inúmeros beijos todas as manhãs, antes de você sair para o trabalho... Tá tudo tão vazio sem você...

São tantos "nunca mais"... E isso me dói tanto, Bb... Uma dor fina, que me massacra, que me angustia, que me deixa sem rumo... Principalmente quando sinto seu cheiro no travesseiro, quando vejo suas roupas penduradas nos cabides, seus tênis espalhados pelo chão, suas fotos espalhadas pelo nosso quarto...

Construimos um lindo amor, um relacionamento perfeito, admirado por todos que nos conheciam. Mas tudo foi interrompido dessa forma tão terrível... E agora eu me pergunto: O que eu vou fazer com aqueles nossos planos...? Esse ano viajaríamos para São Miguel do Gostoso no dia dos namorados... Falamos tanto disso semana passada, lembra? Esse ano, compraríamos nossa casa... Nossa mobília já estava a caminho. Nossos projetos de viagens pelo mundo, nosso filho Matheusinho que não deu tempo vir... Assim como não deu tempo levar você pra assistir ao jogo do flamengo no Maracanã... Quanta coisa por fazer...

 
Busco forças nas lembranças do nosso amor perfeito... Busco forças em saber que você estava feliz como nunca esteve em toda a sua vida... Você estava realizado, satisfeito e pleno. E saber que participei desse momento da sua vida, me conforta um pouco. Tudo estava funcionando 100% bem pra você.


Mas infelizmente sua felicidade foi interrompida. E, consequentemente, a minha também. A saudade me sufoca... A dor de te perder assim, de forma tão brusca, aperta meu peito... Choro... E choro muitas vezes ainda... Aos poucos vou me dando conta de que é tudo verdade mesmo... Que não estou num sonho... E então, a fortaleza que os outros acham que eu sou, desmorona...

Nesse momento estou contando com a ajuda da minha família e dos nossos amigos... Se não fossem eles, eu nem sei como eu iria atravessar todo esse sofrimento...

Espero que o tempo consiga anestesiar um pouco mais essa dor... Nesse momento só posso contar com ele... Como você sabe, escrever o que sinto sempre me fez bem... Por isso fico aqui, no blog que criei por sua causa, escrevendo como se você ainda fosse ler... Sei que não vai... Mas como era por aqui que muitas vezes nos comunicávamos, é a ele que recorro mais uma vez... Você não gostava quando eu desabafava "nossas coisas" aqui no blog... Me reclamava tanto! Dizia que ao invés de colocar no blog, eu deveria dizer diretamente a você. Mas agora eu não tenho mais você pra me ouvir... E então, eu fico aqui, conversando contigo, mesmo sabendo que nunca mais você verá ou escutará o que tenho pra te dizer...

Esse amor que continuo sentindo por ti, nunca vai sair daqui de dentro... Não importa a circunstância. Não importa quanto tempo passe... Aquele "pra sempre" que costumávamos dizer um para o outro, ainda permanece. E você será pra sempre Meu Bb...






19 março 2011

Você tem medo de dizer eu te amo?


 
 
Quem não viu, veja! Um dos vídeos mais fofos que eu já vi!!! Lindo demais! Esse camaradinha aí é um encanto! Vocês irão gostar!
 
 
Assinatura
 
 
 

24 janeiro 2011

Como é por dentro outra pessoa?

"Nada sabemos da alma
Senão da nossa;
As dos outros são olhares,
São gestos, são palavras,
Com a suposição de qualquer semelhança
No fundo…."

[Fernando Pessoa]

 anjinhos-do-amor

"A paixão chegou. Veio de uma forma instantânea e fulminante. É ele. Sim é. Do jeito que eu sempre quis. Sorriso, "olhares, gestos, palavras" que sempre esperei. Tá vendo? Não esperei em vão. Ele está bem aqui na minha frente. Ele existe! É real. Não, não venha me dizer que no início "tudo são flores". O amor é verdadeiro. E recíproco. E eu não estou enganada. Eu não estou sonhando… Amanhã e depois de todos os amanhãs estaremos juntos. Num infinito "para sempre".

Essa semana vi no twitter, alguém dizendo o seguinte: "Mas os relacionamentos não são o problema. O problema é que a gente tende a achar que eles precisam durar pra sempre." Pois é, eu também acho. É exatamente aí que reside o problema.

De repente, encontramos "alguém". Logo em seguida projetamos "um alguém dos nossos sonhos" nele. Alguém que nunca existiu e que possivelmente nunca existirá, a não ser em nossa mente. Depois, por acreditar que "essa pessoa" é "Aquela Pessoa", passamos a achar que a relação vai durar "para sempre"…

E então, os problemas surgem…

Não demora muito e você começa a perceber que a pessoa mudou. Ela já não é mais a mesma. E você fica triste. Acha que o "amor" dela [ou o seu]acabou e percebe que o "para sempre" foi muito rápido.

No entanto eu me pergunto: Por que gostamos tanto de viver nesse "faz de conta", hein? Por que não encaramos, desde o princípio, a realidade?

Não, meu bem, não foi a pessoa que mudou. Ela já era exatamente assim. Desde o princípio. Você é quem projetou "alguém dos sonhos" nela, lembra? Alguém que ela não era. Nunca foi.

Porém, nem sempre nos damos conta disso… O que é certo, é que, quase sempre quem conhecemos, é apenas uma "construção" nossa, ou seja, uma projeção do que queríamos que essa pessoa realmente fosse. Ou então, é apenas uma "pequena parte"  do que a própria pessoa disponibilizou, para que conhecêssemos sobre ela num primeiro momento… É como se "o resto" ou "a grande parte" fosse vindo com o tempo… Daí que nem sempre gostamos desse "resto", pois ele difere muito do que imaginamos.

E então, as decepções tornam-se constantes em nossas vidas. Esperamos sempre mais, do que talvez, a pessoa pudesse oferecer. Cobramos dela, como se fosse uma obrigação da mesma, ser alguém que ela não é. Que nunca foi.

Ficamos inconformados. Nos maldizemos. E tudo acaba num doloroso sofrimento, que poderia ter sido evitado se tivéssemos sido apenas realistas, e não sonhadores…

 coracao_partido

Afinal, quem poderá conhecer e entender plenamente o outro? Digo, no seu íntimo… nas suas "luas diferentes"… nos seus "lundus" esporádicos… nos seus momentos  de euforia, nas suas horas de amargura, nos seus desejos mais secretos, nas suas raivas mais intensas, nos seus medos mais idiotas? Quem?

Como saber o que [ou quem] realmente está "ali dentro"? Como saber se o que está aqui fora, não é apenas uma projeção minha?

Ou, se o que está aqui fora, é só o que a outra pessoa me permitiu ver? Tipo, uma ponta de um iceberg?

Às vezes, passamos anos e anos ao lado de alguém, e mesmo assim, nunca chegaremos a conhecê-lo totalmente… Essa é que é a verdade…

Mas…. Será que somente por causa disso, deixaremos de viver a "aventura" que é o amor?

Eu não deixarei. E você?

 

Assinatura

11 janeiro 2011

Promete ser fiel na alegria e na tristeza?

 Sermão do Casamento

"Em maio de 98, escrevi um texto em que afirmava que achava bonito o ritual do casamento na igreja, com seus vestidos brancos e tapetes vermelhos, mas que a única coisa que me desagradava era o sermão do padre:

 
"Promete ser fiel na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, amando-lhe e respeitando-lhe até que a morte os separe?"

casamento_padre
Acho simplista e um pouco fora da realidade. Dou aqui novas sugestões de sermões:


- Promete não deixar a paixão fazer de você uma pessoa controladora, e sim respeitar a individualidade do seu amado, lembrando sempre que ele não pertence a você e que está ao seu lado por livre e espontânea vontade?

- Promete saber ser amiga(o) e ser amante, sabendo exatamente quando devem entrar em cena uma e outra, sem que isso lhe transforme numa pessoa de dupla identidade ou numa pessoa menos romântica?

- Promete fazer da passagem dos anos uma via de amadurecimento e não uma via de cobranças por sonhos idealizados que não chegaram a se concretizar?

- Promete sentir prazer de estar com a pessoa que você escolheu e ser feliz ao lado dela pelo simples fato de ela ser a pessoa que melhor conhece você e portanto a mais bem preparada para lhe ajudar, assim como você a ela?

- Promete se deixar conhecer?

- Promete que seguirá sendo uma pessoa gentil, carinhosa e educada, que não usará a rotina como desculpa para sua falta de humor?

- Promete que fará sexo sem pudores, que fará filhos por amor e por vontade, e não porque é o que esperam de você, e que os educará para serem independentes e bem informados sobre a realidade que os aguarda?

- Promete que não falará mal da pessoa com quem casou só para arrancar risadas dos outros?

- Promete que a palavra liberdade seguirá tendo a mesma importância que sempre teve na sua vida, que você saberá responsabilizar-se por si mesmo sem ficar escravizado pelo outro e que saberá lidar com sua própria solidão, que casamento algum elimina?

- Promete que será tão você mesmo quanto era minutos antes de entrar na igreja?

Sendo assim, declaro-os muito mais que marido e mulher: declaro-os maduros."

(Mario Quintana)

 

Achei esse texto no blog da Silvana Nunes. Mas quem me indicou, foi minha amiga Vera Lúcia, via Twitter.

10 janeiro 2011

Essa não é mais a minha missão. Eu tenho escolha.

Hoje, temos a liberdade de escolher a quem amar, diferentemente de nossas bisavós. Também temos o direito de acabar um casamento quando ele não está legal para o casal. Hoje em dia, as pessoas se questionam muito em relação a isso: casamentoPor que hoje os casamentos acabam tão rápido? Os de “antigamente” duravam tanto... Ora, muito simples… Talvez antigamente, as mulheres não tivessem outra escolha, né?

Antes, as mulheres eram criadas para casar e ter filhos. Arrumar um bom casamento, era o sonho de qualquer mulher. Porém, se o casamento, depois de consumado, não fosse tão bom assim, o jeito era aguentá-lo assim mesmo, para o resto da vida. Era uma coisa terrível para uma mulher ter um “título” de separada. E então elas aguentavam de tudo para segurar esse casamento, desde traições até vioência doméstica. Hoje as coisas já estão um pouco diferentes…

Recentemente eu assisti um filme, que me fez pensar sobre esse assunto. Nesse filme, ambientado na Inglaterra de meados do século XVIII, acontece algo muito comum para época, mas que talvez tivesse um desfecho diferente nos dias atuais. 

O 5º Duque de Devonshire, um poderoso e influente nobre da alta sociedade inglesa, casa-se com a jovem Georgiana (que tinha 17 anos na época), com o intuito de "fabricar" um herdeiro (homem, lógico). Não era intenção do Duque amar a sua esposa, e,  muito menos, construir um casamento feliz. O herdeiro era seu maior objetivo.

Depois de alguns abortos e o nascimento de duas meninas, o casamento que já não era lá essas coisas, foi abalado por uma traição. Aliás, por uma dupla traição. A Duquesa flagra seu marido e sua hóspede e "melhor amiga" no maior "rala e rola". 

Desperada, ela corre para os braços da mãe, na tentativa de receber alguns conselhos. Perguntas do tipo: Mamãe, o que eu devo fazer??? E então a mãe lhe diz: Você não tem escolha. Essa é sua missão. Seja uma boa esposa e lhe dê o filho homem que ele tanto quer e precisa. E então, G., como era chamada, teve que aguentar àquela situação. Seu marido, tendo um caso com sua amiga, tudo bem diante dos seus olhos… Os três convivendo juntos sob o mesmo teto. E mais, G. ainda tinha que ser “boazinha”, mostrar amor por seu marido, para que ele pudesse vir até ela, “produzir” seu tão sonhado herdeiro.

_duquesaposter01O filme, que é baseado em uma história verídica (a Princesa Lady Diana, era descendente dessa duquesa), é excelente. Mostra a banda podre que ficava encoberta pelas festas, banquetes e pelas belas roupas da high society londrina. Quem não assistiu, eu recomendo.

 

Bom, mas trazendo a situação para os dias atuais, hoje nós mulheres podemos ter outro tipo de atitude perante um caso desses.  Hoje, felizmente, nós temos escolha. Ninguém nos “condenará” por uma separação, a não ser que permitamos isso.

Hoje eu posso dizer: casamento… marido… bye, bye! Ou: você não serve mais para mim. Ou: a fila anda. Ou ainda: vá pra pqp. Ah, e ele nem precisa me trair com minha melhor amiga para isso acontecer. Na verdade, ele não precisa nem me trair. Basta que eu esteja insatisfeita com a relação, e saiba que nada que ele (ou eu) fizer, mudará isso.

A sociedade não está mais no meio de nós. Nem Deus.

 

Saiba mais:

  • Sobre Georgiana Cavendish, Duquesa de Devonshire, aqui.
  • Sobre o filme “A Duquesa”, aqui.

Assinatura

26 dezembro 2010

Fases “sem-noção” de um pós-fora.

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Tem coisa mais triste do que ser trocada(o) por outra(o)? Nusss…. É aquela coisa. Bate sempre aquelas velhas questions, tipo: “por que será que ele fez isso comigo?”, “o que ela(e) tem que eu não tenho?”, ou “o que eu fiz de errado?”. E, lembrando que isso é apenas o começo. Afinal, ser trocada(o) rende várias fases….

Primeiro “fingimos” que não foi com a gente [tipo, se alguém pergunta, ou insinua alguma coisa, mudamos logo de assunto…]. Depois aceitamos que foi com a gente sim, mas que “não estamos nem aí…” [que “ele(a) seja muito feliz”, que “eu sou mais forte que tudo isso”, que “já já aparece outro(a)”, que “ele(a) não sabe o que está perdendo”….].

No entanto, passado uns dias, enfim chega a SMS, e nós caimos na real. Daí vem o momento deprê. Maldições, pragas rogadas, choros no travesseiro, lamentos, tristeza, olheiras, quilos a mais ou a menos.

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Comigo, o momento deprê sempre foi muito generoso! Perdia os quilos que estavam sobrando e ficava “no ponto” para a próxima conquista! Tá, eu também chorava por uma semana, ou por uns 4 dias…. Mas uma hora as lágrimas acabavam, ou eu simplesmente enjoava de ficar com minha cara ali, enfiada naquele travesseiro.

O momento deprê mais rápido que tive, durou duas horas. Aconteceu no primeiro não-te-quero-mais, que me foi inocentemente dito nas entrelinhas. 

Esse “chute na bunda” aconteceu às 18h. Fui pra casa, me dei conta do que tinha acontecido, chorei durante 1h agarrada ao travesseiro. Pensei durante 15 minutos como eu estava sendo boba e ridícula, e em seguida fui tomar banho e me arrumar. Às 20h estava numa festa dançando horrores! Estava curada. Porém, eu ainda não sabia que tinha sido trocada por outra. Quando soube…. Bem, isso já passou, né? Pra quê relembrar?

Depois disso, outros episódios parecidos aconteceram [pelo menos, uns dois]. E confesso, o momento deprê demorou um pouco mais. Porém, nunca mais do que uma semana. Juro.

Eu sempre soube ocupar minha cabeça com coisas melhores, ao invés de ficar pensando no falecido. Tipo: sair com as amigas, tomar umas cervejas, rir pra caramba com as-conversas-proibidas-para-ouvidos-masculinos,  e beijar aquele lindo que apareceu, “do nada”, lá no barzinho.

Mas lógico, cometi erros imperdoáveis no auge do momento deprê, como por exemplo, colocar no orkut, a foto de um zé mané [lindo, mas ainda assim, um zé mané] que eu estava tendo um affair, pra o outro que me deixou, ver que eu estava bem, obrigada, mesmo depois de saber que tinha sido “trocada”. Cabeça de vento. Depois aprendi (?) que não é assim que se faz.

Bom, mas cada um tem seu modo de sair do fundo-do-poço-emocional. Eu tenho o meu, e talvez você também tenha o seu. E só falei sobre isso, porque vejo atualmente, algumas amigas passando por essas fases-sem-noção-de-um-pós-fora.

traicao

Se ele(a) tiver trocado você por outra(o), nada do que você fizer ou disser no orkut [ou no twitter], vai fazer ele repensar no caso, e voltar pra você. Pelo contrário, só vai servir pra novata ficar rindo de sua cara… Mal sabe ela que poderá passar pelo mesmo, um dia… [Ops, será que tô falando demais? Perdoem-me. Deve ser culpa do vinho…]

 

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09 dezembro 2010

“Amar demais” não é Amor

 

3s É engraçado, como às vezes dentro de um mesmo relacionamento, nós experimentamos as várias faces [e/ou fases] do amor…

Começa com aquela paixão louca que toma conta da gente… Aquela euforia, aquela necessidade de ter o outro só pra você…. Enfim, aquela coisa intensa e inquietante que a maioria das pessoas sentem…

Um tempinho demora até que o namoro se firme de verdade.

Daí, quando isso chega a acontecer, passamos a conviver mais intimamante com a outra pessoa, e outros sentimentos vão se agregando à relação, como o companheirismo, a amizade, a paciência para encarar e aceitar os defeitos da pessoa que outrora era perfeita…

E então, o que todos convencionaram a chamar de “amor” chega. Aquela tranquilidade, aquela coisa boa, aquela segurança, aquele equilíbrio que faz com que aquelas duas pessoas se entendam e construam uma vida juntos, pelo menos, durante um certo tempo de suas vidas… Sim, porque sinceramente eu não acredito que todo amor seja eterno. Acredito que podemos amar “para o resto da vida” uma mesma pessoa sim, mas não como “uma regra”.

Existe até uma frase muito conhecida que diz assim: “se acabou, é porque não era amor”. Eu discordo. Acho que amamos verdadeiramente, mas em alguns casos, o amor pode acabar sim. Até porque, ninguém é obrigado a amar alguém pelo resto da vida, só porque dizem que “amor que é amor, deve ser eterno…” Lógico que as coisas boas, nós queremos que durem para sempre! E o amor que é bom e faz bem, não vamos querer que acabe.

 i168711Porém, às vezes no meio da relação amorosa, um dos dois acaba perdendo o controle “das rédeas do amor”, e passa a “amar demais” o seu par. E “amar demais” aqui, é daquele tipo de amor que sufoca, que tira a sua própria paz e a paz de quem estiver com você. Começa a viver somente em função da outra pessoa, do que ela faz, do que deixa de fazer…. E então, as atitudes começam a ficar diferentes. Quem “ama demais”, passa a exigir a presença do outro “para sempre” em sua vida. A partir daí, as cobranças, o ciúme e a insegurança tomam conta.

Confesso que já passei por isso. Já “amei” desse jeito, ou seja, fora dos limites. E digo a vocês: não gostei da experiência. No momento em que percebi o que eu estava fazendo comigo e com a relação, eu me toquei. Na verdade, eu nem me toquei sozinha. Foi o meu amor quem me deu um toque “bem sutil”. Ele disse assim: “Você tá ficando doente, Beth.”.

Isso que ele me disse, foi como um peteleco que me fez acordar. Eu realmente estava ficando doente. E estava adoecendo também tudo à minha volta, inclusive a relação. O amor tinha virado obsessão. E tudo o que me importava, era o que ele fazia… Passei a viver em função disso e do medo de perdê-lo.

sentimentos

A partir desse dia, comecei a exercitar o meu autocontrole. Foi difícil. Demorou um tempinho, mas voltei a amar “da forma correta”. Nem demais, nem de menos. Somente como deve ser. Sem sufocar a outra pessoa, sem me martirizar por determinadas coisas, sem sofrer, sem esperar demais, sem aquela dependência, sem aquele incômodo, sem aquela desconfiança exagerada, sem aquela necessidade incontrolável de ter toda a atenção da outra pessoa voltada para mim…

Foi a primeira experiência do tipo que eu tive. E dessa experiência, eu retirei muito aprendizado. Não quero mais voltar a ser daquele jeito.

Hoje, a relação voltou ao normal. Como era antes…

 

“O problema de viver uma vida para o outro, em relações não saudáveis, com base na dor e sofrimento, nos tira praticamente tudo. Faz-nos cegos para o que está a nossa volta. Faz-nos surdos para o que poderia transformar a nossa existência. Torna-nos anestesiados, sem brilho, tristes. Sós.”

[Trecho do texto de Sandra Maia, “um convite a quem ama demais” – Yahoo Comportamento]

 

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14 outubro 2010

O segredo das mulheres (ou dos homens) apaixonantes

Por Sabrina Passos (MBPress)


Quando entrei na sala do curso ministrado por Eduardo Nunes, na zona Sul de São Paulo, estava com os dois pés atrás. Sai com as mãos desamarradas e o coração aberto para uma possível relação mais séria que, sinceramente, não fazia parte dos meus planos.

Vou contar.

Eduardo Nunes é autor de livros como "Sedução - Uma estrada de mão-dupla" e "Seduzir - Onde tudo começa" (Editora Novo Século). Não, ele não me seduziu. Nem a mim, nem às quatro mulheres que também participavam do curso, essas sim com o objetivo definido: querem casar. Edu, que não é psicólogo ou terapeuta familiar, se define apenas como "homem" e se propõe a ajudar mulheres, com mais de 25 anos, a encontrar e seduzir o homem ideal, o futuro marido! E, mais divertido do que isso, ensina a lidar com os errados que não saem do pé.

Então, vale dizer aqui que as dicas de Eduardo soaram um pouco como generalização, mas não deixam de ser verdade sob o ponto de vista masculino. Antes de começar o curso, ele pede apenas a garantia de que as mulheres participantes estejam mesmo à procura de um marido, sejam bem sucedidas na vida profissional e, por algum motivo que desconhecem, viraram para-raios daqueles que nada tem a acrescentar e, por isso, estão sozinhas.

O último livro de Eduardo se chama "O segredo das mulheres apaixonantes" foi lançado em 2007 e já está na terceira edição. E é, basicamente, a versão escrita do tal curso do qual participei. Das revelações do pesquisador, a que mais perturbou é a que, realmente, homens e mulheres têm mesmo expectativas completamente diferentes no início da relação. Enquanto você quer ir para o cinema, ele quer sexo. Você quer sair para jantar, ele ainda quer sexo. Você quer receber flores? Não antes do sexo. "O sexo é muito importante para o homem. Isso porque, o maior medo que temos é o da impotência. Se o sexo não funciona com você, o homem não vai insistir. É preciso sintonia na cama para que o resto todo tenha chance de dar certo", resume Eduardo. Sim, eles testam primeiro. Depois escolhem a melhor (num universo bem mais otimista e numeroso para eles). Assim, Eduardo sugere que as mulheres apaixonantes saibam ser amantes de seus homens. Isso significa satisfação plena sob os lençóis.

(...)

Continue lendo aqui: O segredo das mulheres (ou dos homens) apaixonantes







03 setembro 2010

Amor: Início, Meio e Fim.

Li sobre esse assunto na Super Interessante (maio/2010), e como estou sem paciência (leia-se: preguiça) para postar tudo aqui, indicarei apenas os links, e o início de cada matéria. Adianto apenas o seguinte: é bem interessante!

Amor - O Início:

Você perde o sono, a fome, sobe às nuvens e sente a vida virar de ponta-cabeça. Mas o que, afinal, faz com que uma pessoa se apaixone por outra? (Você sabe? Não? Então saiba aqui)

 

super-amor-inicio

 

Amor: O Meio: 

Morar junto. Casamento. Filhos. Tudo isso é muito bom - faz vocês ficarem mais ricos e viverem mais. Sim, a paixão vai diminuir. Mas isso não é o fim. (E não é mesmo! O fim, é mais adiante. Saiba agora como é o “meio”!) 

 

super-amor-meio

 

Amor: Fim:

Tudo acaba um dia. Geralmente, 7 anos depois que começou. Veja por que podemos abandonar (e até odiar) quem amamos um dia.

 

super-amor-fim

 

[Matéria de Jeanne Callegari]

 

Assinatura

18 agosto 2010

Entenda o que os homens querem, mesmo quando eles não falam nada.

Por Mariliz Pereira Jorge

Fonte: Revista Women’s Health

homem-mulher-relacionamento

 

Há coisas que sabemos sobre os homens, mas esquecemos sempre. Bem, algumas nós não sabíamos mesmo…

 

 

 

1. Se sua amiga for bonita, ele vai sim, ter vontade de transar com ela. (Mas jamais vai admitir..)

2. São capazes de fazer coisas bem nojentas. (E várias deliciosas…)

3. Odeiam falar ao telefone por mais de 49 segundos. (A não ser que vocês ainda não tenham ido para cama…)

4. Não, ele não anda trabalhando demais; sim, ele recebeu todas as suas 298 mensagens. (Se ele não liga, não manda sinal de fumaça, não está a fim.)

5. Sofrem por amor. E fazem loucuras por amor. (Até aquelas que são difíceis de sair, como tatuagem)

6. Não resistem a uma esnobada. (E a gente não se lembra nunca disso…)

7. Não conseguem fazer duas coisas ao mesmo tempo. (Então, não adianta querer discutir a relação enquanto ele assiste a Pânico na TV – Argh!)

8. Ele liga depois de cinco meses dizendo que quer ser seu amigo. (Tradução simultânea: ele quer levá-la pra cama!)

9. Preferem não saber com quantos caras você transou, nem se já fez isso ou aquilo na cama. (Muito menos que acha o amigo dele um gato…)

10. Traição? Imagina… (Você é que está maluca!)

 

Quando não se tem nada pra escrever, se faz isso aí acima (ai que horror!!!). Na revista tinha mais ‘coisas’, porém, as listas desse tipo vão somente até o 10, então retirei apenas as mais “relevantes”! Ah, e não sei se essas informações procedem… Os rapazes bem que poderiam manifestar-se (e até defender-se, se fosse o caso!). Ajudaria muito! (rs..)

Beth Amorim

 

(Ps.: Se alguém quiser publicar também, por favor coloque a revista como fonte, pois foi de lá que eu retirei)

31 julho 2010

Prenda-se a um amor e seja livre!

Inspirada da frase do Carpinejar que postei abaixo, resolvi escrever esse texto…

Muitos temem “prender-se” ao amor, achando que ele é realmente uma prisão. E prisão remete, num primeiro momento, a algo ruim, que poda, que limita, que impede de fazer algo, ou seja, aquilo que lhe rouba a liberdade. Mas a amor não é isso. Quando o amor é recíproco e acontece de forma verdadeira, ele nos liberta de vários modos, inclusive  nos liberta de um grande mal: a solidão. Qual é o ser humano nesse mundo que consegue viver completamente sozinho? Geneticamente “somos programados” para viver em grupos. Pelo menos a grande maioria, acredito eu. Nascemos já precisando dos outros para sobreviver. E seguimos nossas vidas assim, por maior que seja a nossa luta pela autossuficiência.

Posso dizer que atualmente estou presa a um amor. Mas não é à qualquer amor. É “àquele amor”!!! Sim, exatamente aquele que sempre imaginamos ter. É o amor "mais amor" que já senti na vida. E gosto de me sentir presa a ele. Gosto das sensações que ele me traz. Gosto de senti-lo da forma mais intensa possível.


Será que penso assim só porque gosto de ter com quem dividir alegrias, tristezas, sorrisos, lágrimas? Será que penso assim só porque adoro dormir de conchinha, me sentir protegida (não me pergunte de que!!), sentir o cheiro dele e ouvir um “Eu Amo Você” ao invés de bom dia?

É, pode ser... Só sei que me sinto completamente livre, mesmo presa a esse amor...


Amo Você Demais, minha vida! 



28 julho 2010

O reencontro

… E passado algum tempo sem vê-los, eis que aconteceu um reencontro. Já sabia rumores da felicidade de ambos. Mas, não sabia que era tanto assim… E então, depois de vê-los tão felizes, sorridentes  e satisfeitos, pensou: o destino foi realmente generoso com todos. Tudo se encaixou. Tudo deu certo. E finalizou dizendo: Que bom que estão bem e felizes… Como nós!  (Bt. Am.)

Como saber onde encontrar o amor? Há resposta para isso? Não, não há. Ele simplesmente chega. Nos lugares onde menos esperamos, vindo de pessoas que jamais imaginaríamos que viria, de formas mais contraditórias e improváveis, ou de uma forma tão simples, que fica até difícil compreender.

Por que eu tô falando disso?? Sei lá. Deu vontade. Pensei em pessoas. Pensei em encontros, reencontros e desencontros entre essas pessoas.

Aquilo que dizem “que quando um amor não dá certo, é porque outro melhor está para chegar”, talvez seja verdade… Pelo menos foi o que eu vi acontecer…. Comigo, com ele, com ela (quem sabe até com você!)… Todos acabam ficando bem melhor do que estavam, ou do que acreditavam que estariam um dia, com aquela pessoa que não deu certo…

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Quadrilha
João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história.

Carlos Drummond de Andradecaricap

 

E assim, a vida segue…

 

Por Beth Amorim

05 julho 2010

1 Ano e 3 meses … ♥

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Aquilo que dá no coração
E nos joga nessa sinuca
Que faz perder o ar e a razão
E arrepia o pêlo da nuca
Aquilo reage em cadeia
Incendeia o corpo inteiro
Faísca, risca, trisca, arrodeia
Dispara o rito certeiro

Avassalador
Chega sem avisar
Toma de assalto, atropela
Vela de incendiar
Arrebatador
Vem de qualquer lugar
Chega, nem pede licença
Avança sem ponderar

Aquilo bate, ilumina
Invade a retina
Retém no olhar
O lance que laça na hora
Aqui e agora,
Futuro não há
Aquilo te pega de jeito
Te dá um sacode
Pra lá de além
O mundo muda, estremece
O caos acontece
Não poupa ninguém

Aquilo que dá no coração
Que faz perder o ar e a razão
Aquilo reage em cadeia
Incendeia

(Aquilo que dá no coração – Lenine)

[Sim, é Amor, é Paixão…]

Por Beth Amorim

29 junho 2010

A Tal da Conveniência nos Relacionamentos

Seja na amizade ou no romance, conveniência para mim, nunca teve vez. Nunca rolou.

Ser amiga de “fulana de tal” porque ela é minha superior do trabalho, ou tem melhores condições financeiras do que eu, ou até mesmo porque conhece essa ou aquela pessoa que poderia me ajudar, não, eu não sou a favor disso. Para mim, amizade tem que ser verdadeira, independente de qualquer coisa que ela lhe dê troca. Se a pessoa retribuir com amizade verdadeira também, para mim, já é o bastante.

Nos relacionamentos amorosos, do mesmo jeito. Conheço pessoas que só ficam com outras em função do que elas podem lhes oferecer. Tipo: ficar com alguém só por causa da beleza, na tentativa de ganhar algum status [ex.: peguei a mais bonitona (ou bonitão!) da faculdade, tô namorando a(o) colega de trabalho mais assediada(o), ou consegui ‘fisgar’ a(o) menina(o) mais bonita(o) da cidade – isso acontece muito em cidade pequena!]. É ridículo!

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Porém, existem outros tipos: Ex.: Ficar com alguém por causa dos bens materiais que a pessoa possui (acontece demais!); ficar somente porque a família aprova e todos gostam dela(e); permancer com alguém, só porque já faz um tempão que vocês estão juntos e você já se acostumou com aquele relacionamento e tem medo de encarar um fim.

Todos motivos gravíssimos, mas, não menos ridículos.

Sempre que eu decidi ter um relacionamento sério, quis fazer isso por gostar da pessoa.  O que ela tem, o que faz (em relação a trabalho), se é bonito pra maioria, se é feio, se é mais velho ou mais novo do que eu, tanto faz. Para mim, isso torna-se completamente irrelevante! O que realmente importa, é seu eu gosto daquela pessoa do jeito que ela é.

Da mesma forma, sempre que eu percebi que a relação estava naquele estágio de mesmice [morna ou fria] ou sem nada a ser feito, cheguei e coloquei um fim. Preferi a felicidade.

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E assim, seguindo meus “sentimentos”, fico com uma pessoa somente até o dia que eu amá-la, ou então, quando o amor que ela  sente por mim acabar e eu perceber isso (ou se a pessoa  me disser!). Jamais ficarei com alguém por conveniência. E detesto quem faz isso. Ora, se a relação não me faz feliz, porque vou continuar nela?  Eu, particularmente, não entendo quem se submete a uma situação assim [mais um ‘não entendo’ para a lista!!!].

Entretanto, já que estou em dúvida, alguém aí poderia me explicar? rsrs…

 

Por Beth Amorim

13 junho 2010

O Meu Dia dos Namorados foi em um Lugar Perfeito…

Achei que ele não existia, ou que se existia, eu jamais iria nele…

Pois eu digo a vocês: eu estava enganada! Passei 2 dias num paraíso, nesse lugar perfeito!!! E o melhor, eu não precisei ir muito longe de onde moro para encontrá-lo…

Esse lugar chama-se Tibau do Sul, mais especificamente, no pequeno Distrito de Pipa, ou simplesmente a famosa Praia da Pipa [próximo à Natal, capital do Rio Grande do Norte].

Tudo começou com um presente… E que presente!

Pela passagem do meu aniversário (dia 9/06) e em comemoração pelo Dia dos Namorados (12/06), Meu Amor (meu Bb!) quis me me presentear com uma viagem. E então, ele me pediu para escolher o destino…

Depois de pensar um pouco, diante das várias possibilidades, escolhi a Praia da Pipa, pois todos falavam muito bem dela, e eu ainda não a conhecia, apesar de conhecer boa parte do litoral potiguar.

Escolha feita, pé na estrada!

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11, 12 e 13 de junho. Esses seriam (e foram!) os dias…


Seguimos rumo ao litoral do RN, ‘pendendo’ para sul, onde fica a Praia da Pipa!

Logo após a entrada da cidade de Tibau do Sul (foto abaixo),

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Vimos a lindíssima Lagoa de Guaraíras. Um visual deslumbrante…

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 E, depois das belas paisagens que se seguiram, finalmente chegamos no que seria nosso “Ninho de Amor” : A Pousada.

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Independente de datas e lugares, todas as viagens que fizemos juntos foram ótimas! Mas essa… Estava prometendo!!!

E tudo o que ela estava prometendo, foi cumprido à risca!

Os dias foram P.E.R.F.E.I.T.O.S !!!
 

Conhecemos a Praia do Amor (haveria um lugar melhor para passar o Dia dos Namorados???),

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Fizemos um passeio de barco pela Baía dos Golfinhos,

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E à noite saímos para jantar e conhecer os bares mais badalados do local. Tudo muito lindo!

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Mas, toda essa perfeição já era esperada, ou seja, não poderia ter sido diferente…

Ao lado do amor da minha vida,  num lugar paradisíaco como aquele, em pleno Dia dos Namorados, tinha tudo para ser o que foi! 

Diante da beleza do local, da hospitalidade das pessoas e da diversidade cultural, eu já fiquei extremamente encantada.

E para completar tudo isso, ele ao meu lado! O que eu poderia querer mais???


Nada! Tudo o que eu queria naquele momento já estava comigo!


Só tenho a agradecer ao Meu Bb maaarr liiindo do mundo, pelo belo presente que ele me deu!


Eu Amo Muuuuiitooo Você ! Obrigada por existir em Minha Vida!

Por Beth Amorim

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