Clique na Imagem para ampliar. Do Blog "Café com pão".
Quando você ouve algum ateu/ateia afirmando que se sente mais livre por não estar ligado à prisões, ops! religiões, pode acreditar…É a mais pura verdade.
São apenas algumas situações cotidianas e nada relevantes.
Sendo ateia:
- acordo um pouquinho mais tarde, porque não preciso perder tempo rezando antes de levantar da cama;
- começo a comer àquela comida deliciosa antes de todos, porque não preciso orar antes das refeições, agradecendo a Deus por uma comida que ele não comprou e muito menos preparou;
- acredito que se uma coisa não deu certo, ou não aconteceu como eu queria, é porque houve algo de concreto que impediu, e não a vontade de alguém que supostamente quis me castigar por alguma coisa (Deus); ou seja, não vou me conformar com “a vontade de Deus”, tentarei outras alternativas, e provavelmente conseguirei;
- sei que quando alguém morre, é o fim de tudo. Logo, não preciso ficar criando ilusões e fantasias de que um dia irei encontrar aquela pessoa (algo torturante e inquietante, já que esse dia nunca chega);
- não preciso ficar tirando o mérito das pessoas que conseguem coisas boas, graças a elas mesmas. (Falo daquelas situações assim: Fulana passou dois anos estudando para o vestibular, e quando ela passa, alguém diz: Fulana passou no vestibular? “Graças a Deus”! Ou quando Sicrano consegue fazer um pé-de-meia com muito sacrifício, e depois de alguns anos compra sua casa própria, e aparece aquele amigo da onça e diz: Sicrano! Você finalmente conseguiu comprar uma casa? “Graças a Deus”, né?!)
- uso aquele tempo que perdia aos domingos indo à missa, para aprender coisas bem mais interessantes na internet, para ler um livro, ou então dormir…
- não preciso ficar esperando a vontade de Deus para que as coisas aconteçam na minha vida (Tipo: vou fazer aquela viagem, “se Deus quiser”/ vou passar naquele concurso, “se Deus quiser", etc)
... dentre outras coisas...
Ah, não sei se deu pra reparar, mas não tive a intenção de escrever nada cientificamente comprovado, ou algo digno de ser republicado. Foi só porque eu tava de bobeira, e vocês sabem, de bobeira, eu só falo bobagem! Ou não.
















