Gostou? Então espalha pra galera!

07 novembro 2012

:/

É porque são tantas chateações daqui e dali, que é impossível viver de bom humor... Chateações de quem justamente só deveria te dar alegrias....

Para aquietar os ânimos contrários, vou ali busca um pouco de paz interior...


 

Bt. Am..

05 novembro 2012

Eu Apenas Queria Que Você Soubesse

Mesmo estando assim, meio impossibilitada de grandes movimentos, inventei de ir ao cinema ver o filme "Gonzaga - de Pai para Filho". Digo "inventei" porque num país onde a acessibilidade aos portadores de necessidades especiais ainda engatinha, é uma verdadeira aventura ir a um cinema. 



Bom, mas eu estava louca pra ver esse filme. Primeiro porque sou muito fã de Gonzagão [e de Gonzaguinha too]. Depois, porque eu estaria ao lado de duas pessoas que também são muito fãs dele: minha mãe e meu marido. Detalhe importante: minha mãe não ia a um cinema há quase 30 anos! Logo ela, louca pela sétima arte como é! Enfim, foi um momento especial!

Já nas primeiras cenas, eu fiquei arrepiada. Logo em seguida, chorei. Chorei porque sou assim, sensível demais. Mas chorei também porque a história é belíssima, uma fonte de inspiração. No entanto, como toda trama, essa também teve seus momentos de tensão. E foi num desses momentos que eu "conheci" um ser singular: Gonzaguinha.

Ele morreu quando eu tinha apenas 10 anos. Não lembro muito dele, não conhecia sua história. Porém, algumas de suas músicas sempre estiveram presentes no meu repertório de músicas favoritas. Lindas, profundas, por vezes melancólicas, carregadas de muito sentimento. Sempre fiquei tocada e encantada com tanta genialidade que se destaca em algumas composições. Respeito quem não gosta, mas eu simplesmente adoro.

O filme conta um pouco sobre a relação conturbada entre pai e filho: "separados pela vida, unidos pela música". São momentos de forte emoção. Uma história desconhecida pra mim, que sempre só cuidei de ouvir as lindas canções de ambos e nunca de saber quem eram as pessoas por trás das músicas, do sucesso, das vozes. Pessoas que a partir de dores, dissabores, tristezas, alegrias e muita, muita superação, constituíram-se e tornaram-se ícones da [boa] música brasileira. 

Já era muito fã do Gonzaga pai (bem mais conhecido por mim). Gostava também das músicas de Gonzaguinha... Agora, virei mais fã ainda dessa figura que conheci mais a partir do filme. Para finalizar, deixo vocês com essa bela música dele, que eu já tinha ouvido mas nunca tinha prestado atenção na letra lindíssima que ela possui...


Eu apenas queria que você soubesse


Eu apenas queria que você soubesse
Que aquela alegria ainda está comigo
E que a minha ternura não ficou na estrada
Não ficou no tempo presa na poeira

Eu apenas queria que você soubesse
Que esta menina hoje é uma mulher
E que esta mulher é uma menina
Que colheu seu fruto flor do seu carinho

Eu apenas queria dizer a todo mundo que me gosta
Que hoje eu me gosto muito mais
Porque me entendo muito mais também

E que a atitude de recomeçar é todo dia toda hora
É se respeitar na sua força e fé
E se olhar bem fundo até o dedão do pé

Eu apenas queira que você soubesse
Que essa criança brinca nesta roda
E não teme o corte de novas feridas
Pois tem a saúde que aprendeu com a vida

[Gonzaguinha]


Bt. Am.

31 outubro 2012

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30 outubro 2012

Confissões de uma ex-adolescente

Lembro que até uma certa idade, enquanto ainda era adolescente, eu tinha um desejo meio estranho: quebrar o pé. Minha mãe faltava pouco me exorcizar quando eu dizia isso!!! Porém, quando eu via alguns amigos vindo para a escola com aquela botinha de gesso achava o máximo! Principalmente quando todos queriam deixar sua "marca" na botinha, assinando o seu nome, fazendo um desenho ou algo semelhante. 

Lembro também que esse desejo aumentava quando chegava perto do dia 7 de setembro, dia em que acontecia o desfile cívico na cidade e todos os alunos da escola que eu estudava eram obrigados a desfilar (sob pena de suspensão caso não comparecesse). Eu, que nunca gostei de holofotes, detestava aquilo tudo; odiava a ideia de ter que ir obrigada participar daquele evento. Logo, desejava ardentemente que algo acontecesse com meu pé para que eu tivesse uma justificativa válida para faltar naquele dia odioso!

Entretanto, por mais que eu tivesse desejado, nunca aconteceu. E, para minha infelicidade, tive que participar do desfile durante todos os anos em que fui aluna daquele colégio (o que equivale a 9 anos consecutivos!). Além desses anos, ainda tive que participar do bendito desfile durante os 4 anos que lecionei em uma escola particular (os professores também eram obrigados a ir, sob pena de desconto na folha salarial! #AiComoSofro).

O tempo passou... E eis que só agora, com 31 anos "nas costas", aquele antigo desejo se concretizou (mesmo eu não tendo mais vontade alguma que ele acontecesse!). Sim, eu quebrei o pé. E quebrei de uma forma nada muito bacana: num acidente. 

Olha ele aí
Explico: parada eu estava no sinal de trânsito, quando um cara veio por trás em um carro e bateu na minha moto. Nesse momento, eu caí para o lado junto com a moto que ficou por cima da minha perna direita. O pé ficou preso em algum lugar e um osso não resistiu e se rachou. O cara que bateu, num gesto de cidadania e solidariedade (!), me socorreu e levou-me até o hospital.  Depois do raio-x, descobri que fraturei o 5º metatarso do pé direito. Se fosse só isso teria sido até menos ruim. O pior foi ter torcido o joelho também (da mesma perna), que ficou tão inchado que parecia uma cobra que tinha engolido uma bola.

O ortopedista deu-me a boa notícia de que não havia fratura no joelho, mas, em seguida, jogou um balde de água vinda diretamente de algum lago do pólo norte, quando disse que poderia ter rompido algum ligamento, o que acarretaria em cirurgia - posteriormente.

O pé foi engessado. O joelho continuou inchando cada vez mais. E doendo cada vez mais também. Com a perna toda comprometida, fiquei impossibilitada de qualquer movimento independente. A cama era meu paraíso.  E meu inferno. Essa dor horrenda me consumiu durante os três primeiros dias. Dias em que eu não fazia nada direito: nem dormia, nem me mexia, nem sentia vontade de comer... Para não falar do banho, uma verdadeira sessão de tortura ( --> o cuidado do mundo todinho para não molhar o gesso, para me equilibrar num pé só, para esquecer a dor da outra perna, enfim...)

Passados 6 dias desde o ocorrido, o joelho já parou de doer tanto quanto antes. Acredito (mas quem sou eu para saber dessas coisas?) que os ligamentos não se romperam, embora eu não consiga dobrar o bendito joelho sem que sinta uma dorzinha bem horrível na lateral esquerda da perna. Bem, dia 7/11 retornarei ao ortopedista e ele avaliará o caso. 

O que importa agora é que eu, de pessoa totalmente independente e que detesta ficar pedindo as coisas aos outros, tive que me tornar alguém dependente da caridade do povo aqui de casa. Meu marido me ajuda no banho colocando o saco para não molhar o gesso, minha filha e minha enteada estão tentando se virar na cozinha fazendo o almoço e a janta para os habitantes da casa, além de cuidarem da limpeza (quando a preguiça deixa...). Enquanto isso, eu fico aqui no quarto, nessa cama, sem muita opção. Leio, vejo TV, dou uma passada na net... Enfim, nada de tão interessante assim.

Moral da história: muitos anos depois, descubro que não tem nada de "máximo" em colocar uma bota de gesso, e o pior, tão tarde assim não tem graça, pois não tem ninguém para assinar!!! rs..


Bt. Am.

11 setembro 2012

Arroz na Garganta.

Intragável. Foi nisso que ela se transformou. Alguém intragável tamanho é o ranço que possui em si. Não são raras as vezes que você se culpa. Mas quando analisa direitinho a situação, percebe que a culpa não é só sua. Como uma pessoa consegue bloquear todos os sentimentos bons que você poderia ter em relação a ela, antes mesmo de você conhecê-la? Essa pessoa fez isso... Você não a tolera porque simplemesmente essa pessoa nunca fez nada para que você desenvolvesse algum sentimento bom por ela. E os dias se passam e as coisas não mudam. Você tenta tirar o ranço que sente por ela, mas sempre que essa pessoa está por perto, o clima pesa. É a risada, é o olhar dissimulado, é a voz enjoada, é a cara de pau... Tudo incomoda. Tudo. 


31 agosto 2012

Gelo é seu nome?

Às vezes sua frieza me impressiona.
 Por que você faz essas coisas? 
   Isso é ruim. Muito ruim. 
    As pessoas detestam pessoas que não demonstram emoção. Ninguém quer por perto alguém gélido, seco, que vive em um mundo particular o tempo todo. Fico assustada. Nada de palavras agradáveis, nada de afagos, nada carinho. Uma criatura estranha, mas consciente. Tanto que vez ou outra avalia a si própria. E nada de bom surge como resultado dessa avaliação... Mudanças são necessárias. E urgentes.

Beth Amorim

Tive que obedecê-lo.

Pois é... Dias se passaram e o mês chegou ao fim... O pré-estresse relatado no último texto foi barrado. Perdi muitos fios de cabelo (eles estão caindo "horrores"), ganhei olheiras e levei um "puxão de orelhas" daqueles do marido que não estava mais aguentando me ver tão mal. Enfim, dei uma brecada naquele ritmo frenético. Vi que não poderia mais continuar daquele jeito. 

Tirei uns 4 dias para ir dormir cedo (23h foi o mais cedo que consegui!), mesmo tendo inúmeras coisas para fazer. Tive que relaxar. O corpo exigiu e eu obedeci.


Hoje estou me sentindo melhor. Tentei descansar mais nos finais de semana e também tentei me divertir um pouco. Tanto que depois de um mês que eu havia me mudando de casa, consegui ir tomar um banho na piscina do condomínio! hehe...

Próxima semana entrarei de "férias" do mestrado (férias está entre aspas porque será justamente nesse período que terei que escrever 3 artigos para as disciplinas que paguei nesse semestre!) e ficarei um pouco mais em casa... 

Tentarei, a partir de agora, acertar o passo. Nada de correria. 


Beth Amorim

14 agosto 2012

Nem o café pra me salvar...



Às vezes tenho a sensação que tô virando um zumbi... O rojão tá pesado e as horas de descanso (de verdade) já são quase inexistentes... Bebi tanto café nesses últimos dias (pra poder me manter acordada em alguns momentos) que meu corpo já não aceita mais o café. Tomei hoje no intervalo, e tô passando mal até agora...

Uma mesma pergunta fica sempre martelando na minha cabeça: _ poxa, como você tá conseguindo??? É muita coisa pra dar conta... É muita coisa pra fazer... É muita distância pra percorrer... É muita pressão pra suportar... É muito prazo pra cumprir... 

É como se eu tivesse correndo muito rápido, e mesmo querendo parar, as pernas não me obedecessem... As poucas horas de sono já não fazem efeito algum e mesmo após um sábado e um domingo, eu acordo como se ainda estivesse numa sexta: totalmente cansada e esgotada... Até porque eu não paro pra descansar. Sempre existe algo pra fazer... Tô vendo a hora o combustível acabar e o psicológico ruir...

#tired

31 maio 2012

Low

Porque quando eu fico assim, a única vontade que eu tenho é de escrever... Escrever sobre a minha incrível vontade de sumir...

30 maio 2012

Relações curtas entre meios e fins...

É uma contenda interna.
Em qual dos lados sustentar-se se ambos têm sua razão de ser?
Chame urgentemente a lucidez.
É preciso analisar, analisar, analisar...
Conte até mil se preciso for,
Mas, segure o verbo.

Soque a parede,
Corra pela rua,
Grite silenciosamente,
Exploda em pensamentos,
Extrapole a quantidade de batimentos cardíacos permitidas por minuto,
Mas, segure o verbo.

Não o solte!
É perigo na certa.
Mas pode-se continuar perguntando a si mesmo: por quê?
(Suspiros)
Sempre essa inquietante pergunta lhe vem a mente...
Mas não se preocupe!
Você não vai encontrar resposta alguma...
Nem queira encontrar.
Pode ser muito pior do que ficar com a dúvida...

E tu ainda tens dúvida, santa criatura?
Parece tudo tão claro...
Chore... chore mais um pouco..
Indague-se... Revolte-se intimamente...
Mas, segure o verbo.

Sufoque-se em sentimentos reprimidos.
Suporte a dor que chega ao peito mansamente.
Aprenda: "A vida só é vida se a dor estiver por perto"
Conforme-se.
Mas, segure o verbo.

Se puder,
Por um momento que seja,
Cante,
Vibre,
Canalize seus pensamentos em outra direção...
Sim, é aquela direção que sempre existe e sempre vai estar lá!
Basta apenas que você preste atenção...


Bt. Am.




A vida, quando consiste de relações curtas entre
meios e fins, sendo cada uma dessas relações em
si próprias suficientes e confortantes, 
nada conhece do questionamento incansável que é o produto
de reflexão acerca de um ser capturado numa
cadeia de meios, atalhos e improvisos. (Simmel, 1986, p. 4)

24 maio 2012

Difícil, mas não impossível!

Estava visitando alguns blogs que sigo, e encontrei o seguinte texto: O Ponto Negro (recomendo que leiam!). E de forma inexplicável achei o que eu estava precisando ler. (Na verdade, eu não sabia que estava precisando ler alguma coisa... hehe)
Bom, mas esse texto me fez refletir sobre o exato momento pelo qual estou passando. E, definitivamente, não posso dar muita atenção a esse "ponto negro" da minha vida. Não posso e não quero! Com certeza, a "folha em branco" tem coisas bem mais importantes que esse pequenino e insignificante ponto preto. 
Estou focada em acontecimentos tão bons que não posso me permitir a pensar em "ponto negro" algum. Como eu disse outro dia, "o que nada acrescenta, falta alguma faz" (essa frase é de alguém?! rs). Sei que preciso negociar aqui com "meus botões" pra controlar a vontade de extravar em alguns momentos. Sei que vai ser difícil, principalmente a parte de segurar a língua... Difícil, mas não impossível!

Então, é isso.



Ps: Acho que está voltando a minha vontade de escrever. Agora quero ver como é que vou negociar com o tempo...



Beth Amorim


12 abril 2012

Confesso: pensei que não precisasse mais de você, mas senti muita sua falta...

Yes! Aqui estou eu de novo! Deu saudade... 

Não sei ainda com o vai ser, mas hoje resolvi colocá-lo no ar. Quando tiver um tempinho disponível, farei uma reforma no layout. Nessa volta, prezarei a discrição e retomarei às metáforas. Nem sei bem como vai ser isso. Também estou curiosa!  

Já é...

Até +


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