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05 novembro 2012

Eu Apenas Queria Que Você Soubesse

Mesmo estando assim, meio impossibilitada de grandes movimentos, inventei de ir ao cinema ver o filme "Gonzaga - de Pai para Filho". Digo "inventei" porque num país onde a acessibilidade aos portadores de necessidades especiais ainda engatinha, é uma verdadeira aventura ir a um cinema. 



Bom, mas eu estava louca pra ver esse filme. Primeiro porque sou muito fã de Gonzagão [e de Gonzaguinha too]. Depois, porque eu estaria ao lado de duas pessoas que também são muito fãs dele: minha mãe e meu marido. Detalhe importante: minha mãe não ia a um cinema há quase 30 anos! Logo ela, louca pela sétima arte como é! Enfim, foi um momento especial!

Já nas primeiras cenas, eu fiquei arrepiada. Logo em seguida, chorei. Chorei porque sou assim, sensível demais. Mas chorei também porque a história é belíssima, uma fonte de inspiração. No entanto, como toda trama, essa também teve seus momentos de tensão. E foi num desses momentos que eu "conheci" um ser singular: Gonzaguinha.

Ele morreu quando eu tinha apenas 10 anos. Não lembro muito dele, não conhecia sua história. Porém, algumas de suas músicas sempre estiveram presentes no meu repertório de músicas favoritas. Lindas, profundas, por vezes melancólicas, carregadas de muito sentimento. Sempre fiquei tocada e encantada com tanta genialidade que se destaca em algumas composições. Respeito quem não gosta, mas eu simplesmente adoro.

O filme conta um pouco sobre a relação conturbada entre pai e filho: "separados pela vida, unidos pela música". São momentos de forte emoção. Uma história desconhecida pra mim, que sempre só cuidei de ouvir as lindas canções de ambos e nunca de saber quem eram as pessoas por trás das músicas, do sucesso, das vozes. Pessoas que a partir de dores, dissabores, tristezas, alegrias e muita, muita superação, constituíram-se e tornaram-se ícones da [boa] música brasileira. 

Já era muito fã do Gonzaga pai (bem mais conhecido por mim). Gostava também das músicas de Gonzaguinha... Agora, virei mais fã ainda dessa figura que conheci mais a partir do filme. Para finalizar, deixo vocês com essa bela música dele, que eu já tinha ouvido mas nunca tinha prestado atenção na letra lindíssima que ela possui...


Eu apenas queria que você soubesse


Eu apenas queria que você soubesse
Que aquela alegria ainda está comigo
E que a minha ternura não ficou na estrada
Não ficou no tempo presa na poeira

Eu apenas queria que você soubesse
Que esta menina hoje é uma mulher
E que esta mulher é uma menina
Que colheu seu fruto flor do seu carinho

Eu apenas queria dizer a todo mundo que me gosta
Que hoje eu me gosto muito mais
Porque me entendo muito mais também

E que a atitude de recomeçar é todo dia toda hora
É se respeitar na sua força e fé
E se olhar bem fundo até o dedão do pé

Eu apenas queira que você soubesse
Que essa criança brinca nesta roda
E não teme o corte de novas feridas
Pois tem a saúde que aprendeu com a vida

[Gonzaguinha]


Bt. Am.

10 janeiro 2011

Essa não é mais a minha missão. Eu tenho escolha.

Hoje, temos a liberdade de escolher a quem amar, diferentemente de nossas bisavós. Também temos o direito de acabar um casamento quando ele não está legal para o casal. Hoje em dia, as pessoas se questionam muito em relação a isso: casamentoPor que hoje os casamentos acabam tão rápido? Os de “antigamente” duravam tanto... Ora, muito simples… Talvez antigamente, as mulheres não tivessem outra escolha, né?

Antes, as mulheres eram criadas para casar e ter filhos. Arrumar um bom casamento, era o sonho de qualquer mulher. Porém, se o casamento, depois de consumado, não fosse tão bom assim, o jeito era aguentá-lo assim mesmo, para o resto da vida. Era uma coisa terrível para uma mulher ter um “título” de separada. E então elas aguentavam de tudo para segurar esse casamento, desde traições até vioência doméstica. Hoje as coisas já estão um pouco diferentes…

Recentemente eu assisti um filme, que me fez pensar sobre esse assunto. Nesse filme, ambientado na Inglaterra de meados do século XVIII, acontece algo muito comum para época, mas que talvez tivesse um desfecho diferente nos dias atuais. 

O 5º Duque de Devonshire, um poderoso e influente nobre da alta sociedade inglesa, casa-se com a jovem Georgiana (que tinha 17 anos na época), com o intuito de "fabricar" um herdeiro (homem, lógico). Não era intenção do Duque amar a sua esposa, e,  muito menos, construir um casamento feliz. O herdeiro era seu maior objetivo.

Depois de alguns abortos e o nascimento de duas meninas, o casamento que já não era lá essas coisas, foi abalado por uma traição. Aliás, por uma dupla traição. A Duquesa flagra seu marido e sua hóspede e "melhor amiga" no maior "rala e rola". 

Desperada, ela corre para os braços da mãe, na tentativa de receber alguns conselhos. Perguntas do tipo: Mamãe, o que eu devo fazer??? E então a mãe lhe diz: Você não tem escolha. Essa é sua missão. Seja uma boa esposa e lhe dê o filho homem que ele tanto quer e precisa. E então, G., como era chamada, teve que aguentar àquela situação. Seu marido, tendo um caso com sua amiga, tudo bem diante dos seus olhos… Os três convivendo juntos sob o mesmo teto. E mais, G. ainda tinha que ser “boazinha”, mostrar amor por seu marido, para que ele pudesse vir até ela, “produzir” seu tão sonhado herdeiro.

_duquesaposter01O filme, que é baseado em uma história verídica (a Princesa Lady Diana, era descendente dessa duquesa), é excelente. Mostra a banda podre que ficava encoberta pelas festas, banquetes e pelas belas roupas da high society londrina. Quem não assistiu, eu recomendo.

 

Bom, mas trazendo a situação para os dias atuais, hoje nós mulheres podemos ter outro tipo de atitude perante um caso desses.  Hoje, felizmente, nós temos escolha. Ninguém nos “condenará” por uma separação, a não ser que permitamos isso.

Hoje eu posso dizer: casamento… marido… bye, bye! Ou: você não serve mais para mim. Ou: a fila anda. Ou ainda: vá pra pqp. Ah, e ele nem precisa me trair com minha melhor amiga para isso acontecer. Na verdade, ele não precisa nem me trair. Basta que eu esteja insatisfeita com a relação, e saiba que nada que ele (ou eu) fizer, mudará isso.

A sociedade não está mais no meio de nós. Nem Deus.

 

Saiba mais:

  • Sobre Georgiana Cavendish, Duquesa de Devonshire, aqui.
  • Sobre o filme “A Duquesa”, aqui.

Assinatura

30 dezembro 2010

Prazer a Três

Ele: Será que a nossa relação vai ser sempre assim?
Ela: Assim como???
Ele: Assim.... normal...
Ela: Normal? E esse normal não está bom pra você? Ou você tá querendo dizer que a nossa relação caiu na rotina?
Ele: Não, amor... Quer dizer... Hum... Errr... Só acho que poderíamos invovar um pouco mais, sei lá.... 
Ela: E o que é que vc está pensando?
Ele: Pensei que.. talvez... uma outra pessoa, ou seja, uma "terceira pessoa" pudesse melhorar e fortalecer nossa relação.... Diversificar...
Ela: Como assim?? Você tá querendo trazer um cara pra nossa relação?
Ele: Bem.... eu pensei numa garota....
Ela: Você só pode está brincando!!!

Depois de três anos de casamento, um jovem casal, vendo seu relacionamento cair na rotina, decide tentar algo diferente. O "sabidinho" da História, Julian, é um professor universitário, que está passando por um momento muito delicado na profissão, correndo o risco até de ser demitido. 

Sensibilizada, uma de suas alunas,  a bela e sedutora espanhola Helena, aproxima-se  dele e logo uma atração surge entre os dois. Porém, por amar muito a esposa, Julian não consegue se entregar ao romance extra-conjugal e começa a planejar uma história pra  "unir o útil ao agradável": convencer a esposa de que eles deveria tentar fazer um menage à trois. E na "cabecinha dele", a terceira pessoa perfeita, seria sua aluna Helena! Claro, sem que a esposa desconfiasse de nada....

Obviamente que Chalice, a esposa de Julian, rejeitou prontamente a ideia no início (ver diálogo mais acima). Porém, ao conversar com uma amiga (lésbica), foi convencida de que poderia sim, ser esta uma experiência interessante.... Sendo assim, ela resolveu tentar!

Julian, tadinho, parecia um "pinto no lixo" quando a esposa disse que aceitava! Tratou logo de também convencer Helena a aceitar (o que foi fácil) e de arrumar a situação. Lógico que Chalice não poderia saber da existência "prévia" de Helena, na vida de Julian. Por isso, o "espertinho" fez um anúncio no jornal e pediu pra que Helena ligasse! Pronto. Tudo perfeito!

Perfeito? Nem tanto assim... Não para o "astuto" Julian....


Eu vi esse filme ontem no Canal Mega Pix (tv paga) e me surpreendi bastante com o desenrolar da história. "Um quê" de erotismo (sem vulgaridade), drama (muito drama), e até um pouco de comédia permeiam as cenas do começo ao fim. Quem não assistiu, deveria assistir!

E só para aguçar um pouco mais a curiosidade de vocês, digo-lhes que o "tiro certeiro" que Julian achava que ia dar, quaaase "saiu pela culatra". Agora, imaginem aí o por quê.... rs



Título no Brasil:  Prazer a Três
Título Original:  Kiss Me Again
País de Origem:  EUA
Gênero:  Romance
Classificação etária: 16 anos
Tempo de Duração: 103 minutos
Ano de Lançamento:  2006
Site Oficial: 
Estúdio/Distrib.:  Video Filmes
Direção:  William Tyler Smith


Link para baixar o filme (não testei):
http://rapidshare.com/files/92968233/Prazer_a_Trez.rmvb





17 setembro 2010

Detesto...

...Ver filme que tem um romance, com final "infeliz"... 

Sei lá, já temos tantos finais infelizes na vida real, o que custa colocar um happy end no bendito filme???

Acabei de ver Sedução em Manhattan.

Detestei o final...


Beth Amorim

25 agosto 2010

A Outra

[Cena de "Os Miseráveis"]
Pra variar, ontem fiquei até tarde assistindo um filme (essa tem sido praticamente a minha rotina noturna, depois que deixei de trabalhar pela manhã...). E, quando perco minhas preciosas horas de sono por causa de um filme, ele tem que ser realmente bom. Pelo menos, na minha concepção! E quanto a isso, sou suspeita pra falar! Adoro filmes históricos. Adoro filmes de época. Idade Média e Moderna, então...São meus preferidos!

Antes de ontem, vi "Os Miseráveis" (1998); filme baseado no livro homônimo de Victor Hugo. O livro, eu tinha lido há um tempo atrás. Já o filme, nunca tinha visto, apesar de ele ser bem velhinho. Quer dizer, não tão velhinho assim, mas também não é recente! É, deveras, uma bela e comovente história.

Já ontem, eu assisti "A Outra" (2008), também inspirado em um livro, porém contando uma história baseada em fatos reais. Minha impressão sobre ele foi muito boa. Até pensei em escrever algo sobre... 

No entanto, visitando o blog do Prof Michel Goulart (Filmes Históricos), acabei encontrado um link indicando uma resenha escrita pela Juliana Dacoregio (está no blog Amálgama, sob o título: Perdendo a cabeça com as irmãs Bolena). 

Desse modo, a quem interessar saber mais sobre "A Outra",  veja o filme, ou então leia esse texto escrito pela Juliana! Está simplesmente ótimo, como todos os que ela escreve.






23 julho 2010

Ficou um gostinho de quero mais…

Ela o Orgulho. Ele o Preconceito.

Ela Preconceito. Ele Orgulho.

Depois, os dois juntos, tornaram-se o Amor….

Ontem, já tarde da noite, fiquei procurando algo de bom para ver na TV. E, passando pelos canais, acabei encontrando um filme que há muito tempo eu estava com vontade de assistir´: “Orgulho e Preconceito”. Apesar de ser um tanto quanto antigo (2005), eu ainda não tinha tido a oportunidade de vê-lo. No entanto, já tinha escutado muito falar sobre ele. Além disso, é um “filme de época”, que eu simplesmente adoro. Resolvido! Parei para ver. Já fazia um tempinho que tinha começado, e, apesar de não gostar de perder o início dos filmes,  resolvi continuar mesmo assim...

E ele me prendeu até o final… Também, não tinha como ser diferente! Os figurinos, a fotografia, a história… tudo belíssimo! Gostei muito! Gostei tanto que, ao chegar o final do filme, não quis acreditar que ele tinha acabado!!! Ficou aquele gostinho de quero mais!!! Nem o beijo foi consumado entre o casal principal (a foto abaixo foi o mais próximo que eles chegaram)! Nessa hora deu raiva!!! (rs).

Porém, depois fiquei pensando e imaginando como teria sido a continuação da história! A imaginação me levou para beeeem longe, mais especificamente, o cenário do filme, ou seja, a Inglaterra rural do início do século XIX! E, de pensamento em pensamento, acabei adormecendo com as imagens daquele belíssimo lugar, e daquela história instigante…

 

T.I - Orgulho e Preconceito

Por Beth Amorim

10 abril 2010

Terror e Guerra: dá tudo no mesmo!


Estava assistindo agora mesmo o filme Guerra ao Terror, que foi o 'grande ganhador do Oscar' 2010. E no meio do filme, com aquelas bombas todas a serem detonadas, lembrei-me daqueles fundamentalistas religiosos que colocam bombas em si mesmos, para explodir perto de pessoas que nada tem a ver com suas loucuras pessoais. Sim, porque só pode ser uma loucura uma coisa dessas... (No filme aparecem algumas cenas sobre isso...)

 Essa tatoo também só pode ser um ato de loucura!!!

Onde já se viu matar ou morrer por uma coisa que nem se sabe que existe de verdade (ou na realidade)? Para mim, é um absurdo pensar e constatar que, em pleno século XXI, ainda ocorram as tais "guerras santas". Já não gosto de religiões (e nem as sigo!), e quando penso que muita gente faz isso por causa de religião, me dá um 'despespero' que só eu sei como é. 

Escrevi só pra desabafar mesmo... Fico horrizada e indignada com qualquer tipo de guerra... Acho que é porque, para mim, tudo pode ser resolvido com diálogo e acordo...

Ps.: Apesar de adorar filmes sobre guerra, e esse filme ter ganho 6 estatuetas do Oscar, eu gostei muito mais de Avatar. (Ver Mais Aqui)




Por Beth Amorim


23 fevereiro 2010

Uma Conquista Diária.


Pensando sobre um tema bem 'recorrente' - O Amor, resolvi navegar pela net em busca de uns textos legais. E, nessa viagem, acabei encontrando 2 textos, que reproduzirei, lógico, citando os blogs onde eu encontrei. O tema dos dois? A Arte de Conquistar a mesma pessoa diariamente. Vamos lá então!

A arte de conquistar todos os dias

Muitos acham que a conquista só precisa ser feita uma vez, depois esquece o romantismo, vai embora o ser- amante, e vem o ser-amigo. O relacionamento cai numa rotina chata e com tempo vai se acabando.

Por isso a conquista da pessoa amada tem que ser rotineira, todos os dias devemos conquistar o coração de quem amamos. E tem várias maneiras: um sms dizendo que o ama ou que a ama, um bilhetinho no bolso, uma tele-mensagem apaixonada e o mais importante olhar nos olhos dessa pessoa e dizer o quando ela ou ele é importante na sua vida. E nada como um jantar romântico e um lindo buquê de rosas.
Pense nisso.

Texto de: Neisson Almeida, do blog Amor em Dicas 

Amor – uma conquista diária?

 Dizem por aí que amar é conquistar todos os dias a mesma pessoa. Mais que isso, “apaixonar-se todos os dias pela mesma mulher” (não sei quem escreveu isso, mas estou com sérias dúvidas se foi um homem ou uma mulher).
 
Bem… eu sou do partido de que amar é mais ou menos por aí mesmo. Que essa coisa de conquistar, falar poemas, escrever bilhetes e fazer loucuras, quando fica apenas nos primeiros meses, é qualquer outra coisa, menos amor!

Ultimamente tenho pensado bastante nisso. Para não ser tão cruel, vou refazer minha fala anterior. Essa coisa de conquistar, falar poemas, escrever bilhetes e fazer loucuras, quando fica apenas nos primeiros meses, é um bom indicador de que o que era quente está ficando morno, e se tem algo que é bom quente, é o tal do amor!

Creio que a maioria de vocês já assistiu ao filme “Como se fosse a primeira vez”. Quer exemplo melhor de conquista diária?? Meu namorado há de discordar, e até aceito que defenda sua tese em seu blog, mas eu acredito piamente que a história do filme é um grande exemplo de um amor que conquista todos os dias!

Insistir em se apresentar, puxar conversa, ser romântico, conquistar … todos os dias, é exatamente o que o personagem de Adam Sandler faz para conseguir ficar com a mulher amada. Agora me pergunto… porque se apaixonar por alguém por quem é preciso tanto esforço??? Não poderia ser por uma garota “normal” precisava ser com alguém vítima de amnésia anterógrada?

Não tenho as respostas para essas perguntas, e não sei se alguém as teria. Só penso que apaixonar-se por alguém assim é apaixonar-se por alguém para lá de especial. E talvez, por tê-la como tão especial, não convem medir esforços para conquistá-la.

Calma aí! Antes que meus leitores da ala masculina pensem que eu estou fazendo uma campanha feminista, gostaria de explicar que a conquista vale para ambos os sexos. Homens gostam de ser conquistados também. Cada um a seu modo, mas gostam. O problema é que fala-se muito mais de como se conquistar uma mulher, e talvez por terem todas as “receitas” nas mãos, cobre-se mais atitude dos homens. Mas sou do partido de que homens merecem esforços por conquistas também!

Aff… vou parar por aqui, porque acabei de dar um nó em minha cabeça. Será que procuro conquistar Marquinhos diarimente com as armas que gostaria que ele usasse para me conquistar??? Será que ele sente a mesma falta que sinto de uma conquista que atenda as suas expectativas pessoais???

Texto de Karyne M. Lira Correia, do blog Karinemlima.com 
(Acesse: http://karynemlira.com/blog/)

Segue a dica de filme sobre o tema:



Obs: Vale salientar que essa é uma dica para os casais apaixonados e que querem manter esse amor aceso por tempo indeterminado! Afirmo que dá certo! Pode tentar! Eu já estou colocando em prática desde que conheci o amor da minha vida. Não me canso de dizer que o amo todos os dias, de deixar recadinhos apaixonados e outras coisinhas mais...! 


Beth Amorim! 

20 fevereiro 2010

Milagre em Santa Anna

Dica de filme para o fim de semana: Milagre em Santa Anna (Título original: “Miracle at St. Anna”).  Quem ainda não viu, assista! Ótima opção para quem gosta de filmes de guerra (assim como eu!). Muito bom... Aí vão algumas informações e imagens a respeito do filme. 


Sinopse:
Toscana, Itália, ano de 1944.

Quatro soldados negros da 92ª Divisão Buffalo Soldiers do exército norte-americano -- divisão formada inteiramente por afro-descendentes e que fica presa num povoado além da linha do inimigo -- separam-se do resto das tropas após um deles arriscar a própria vida para salvar uma criança italiana.
Isolados nas montanhas toscanas, com alemães de um lado e superiores norte-americanos incapazes de segurar a batalha do outro, os quatro soldados redescobrem a humanidade esquecida através dos habitantes do povoado e, principalmente, do menino italiano resgatado.

Obs.: A história é inspirada no massacre de Sant’Anna di Stazzema, em Agosto de 1944, articulado pela Waffen-SS em retaliação da actividade política italiana. Também há uma referência de uma cabeça esculpida da Ponte Santa Trinita da cidade de Florença que age sobre o enredo principal do filme.


Ficha Técnica:

  • título original:Miracle at St. Anna
  • gênero:Drama
  • duração:02 hs 40 min
  • ano de lançamento:2008
  • site oficial:http://www.miraclemovie.com/
  • estúdio:40 Acres & A Mule Filmworks / Touchstone Pictures / On My Own / Rai Cinema
  • distribuidora:Touchstone Pictures / Walt Disney Studios Motion Pictures / California Filmes
  • direção: Spike Lee
  • roteiro:James McBride, baseado em livro de James McBride
  • produção:Roberto Cicutto, Spike Lee e Luigi Musini
  • música:Terence Blanchard
  • fotografia:Matthew Libatique
  • direção de arte:
  • figurino:Carlo Poggioli
  • edição:Barry Alexander Brown
  • efeitos especiais:Industrial Light & Magic

Veja o trailler no You Tube, clicando >> aqui.



26 janeiro 2010

Avatar


Eu sabia que só poderia dar nisso:

"Avatar" desbanca "Titanic"

Imagem: Divulgação

O mais novo sucesso de James Cameron, “Avatar”, atingiu a marca de US$ 1,29 bilhão (cerca de R$ 2,34 bilhões), segundo informou a Fox.
Imagem: Divulgação
Cameron acaba de superar ele mesmo no anterior sucesso de bilheteria “Titanic”, que havia alcançado US$ 1,24 bilhão (cerca de R$ 2,25 bilhões).

As estimativas são de que “Avatar” alcance a marca de US$ 1,85 bilhão (cerca de R$ 3,36 bilhões), tornando-se o maior recordista de bilheteria de todos os tempos.

E nas próximas semanas, a previsão da Fox é de que “Avatar” também supere “Titanic” em mais um recorde: o de “campeão doméstico de todos os tempos”, ou seja, o filme, que conseguiu a maior bilheteria dentro dos Estados Unidos.

“Avatar” já atingiu a marca de US$ 552,8 milhões (R$ 1 bilhão), deixando “The Dark Knight” em segundo lugar. Titanic, que até então, parecia insuperável, atingiu US$ 600,8 milhões (cerca de R$ 1,09 bilhão).

O filme Avatar tem uma qualidade que há muito não se via no cinema. As imagens são espetaculares, e o enredo também, já que fala da ganância humana, que leva à invasões e destruições de povos, em nome do dinheiro. Só que dessa vez, os humanos vão tentar conquistar outro planeta. Um tema antigo, mas que se tornou atual pelo contexto e pela inovação nos efeitos que são exibidos. É, realmente, um filme surpreendente! 

Recomendo!

Fonte: Msn Notícias
Beth Amorim

14 dezembro 2009

O desconhecido inimigo.

Ontem eu estava assistindo um filme sobre guerra, por sinal muito bom, chamado "Fomos Heróis". Esse é mais um daqueles inúmeros filmes que tentam achar algo posistivo na campanha norte-america na Guerra do Vietnã. Recheado de cenas fortes, onde a todo momento cérebros são estourados, pernas estraçalhadas, corpos incinerados, e por aí vai, vemos pesssoas que nunca se viram antes, tornando-se inimigos uns dos outros, em nome de seu país.
Americanos X Vietnamitas: Milhares de quilômetros separando esses dois povos. E no combate, vemos uma fúria tomando conta dos soldados, até que o inimigo torna-se a pessoa mais odiada do mundo e, por isso, é necessário que ele morra. Um inimigo até então desconhecido... É lógico que num combate, eu se mata, ou acaba-se morrendo. Um luta constante pela sobrevivência. E então, aquela pessoa que está ali diante daquele soldado, que nunca havia feito nada pra ele, agora tem a intenção de matá-lo... E, por uma questão de sobrevivência, o soldado vê-se na obrigação de fazer o mesmo, ou seja, matar seu inimigo... Duas pessoas. Dois destinos. Nunca se viram, e mesmo assim se odeiam. E acabam se matando...
E então, fiquei me indagando sobre a finalidade de uma guerra... Sobre as consequências dos conflitos armados. É algo absurdo. Tanto sangue, tanta gente morta, dilacerada, ou carregando traumas para o resto de suas vidas quando sobrevivem... Tudo em nome de um país. Um país que poderia muito bem evitar isso, se quisesse.
E as famílias que ficam em casa? Não sabem o que esperar... As esposas despedem-se de seus maridos, sem saber se voltarão a vê-los... Que vida! O filme retrata muito bem essa passagem. Jovens casais, são separados em nome da guerra. E as famílias, assim como as pernas e braços dos soldados, são dilaceradas... Filhos recém-nascidos ficam sem seus pais... Esposas choram e não se conformam com tão triste destino...
Conclui-se assim, que a guerra, não é nunca uma boa solução para nada.

Fomos Heróis

Título original: (We Were Soldiers)

Lançamento: 2002 (EUA)

Direção: Randall Wallace

Atores: Mel Gibson , Madeleine Stowe , Sam Elliott , Greg Kinnear , Chris Klein

Duração: 138 min

Gênero: Drama


Sinopse:

Em plena Guerra do Vietnã, o tenente-coronel Hal Moore (Mel Gibson) e mais 400 integrantes do exército norte-americano, todos da elite de combate, são cercados por 2000 soldados vietnamitas. A batalha que se segue a partir de então se torna uma das mais sangrentas da história militar norte-americana, fazendo com que posteriormente o lugar onde ela ocorreu seja conhecido como o Vale da Morte.


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