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26 dezembro 2010

Fases “sem-noção” de um pós-fora.

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Tem coisa mais triste do que ser trocada(o) por outra(o)? Nusss…. É aquela coisa. Bate sempre aquelas velhas questions, tipo: “por que será que ele fez isso comigo?”, “o que ela(e) tem que eu não tenho?”, ou “o que eu fiz de errado?”. E, lembrando que isso é apenas o começo. Afinal, ser trocada(o) rende várias fases….

Primeiro “fingimos” que não foi com a gente [tipo, se alguém pergunta, ou insinua alguma coisa, mudamos logo de assunto…]. Depois aceitamos que foi com a gente sim, mas que “não estamos nem aí…” [que “ele(a) seja muito feliz”, que “eu sou mais forte que tudo isso”, que “já já aparece outro(a)”, que “ele(a) não sabe o que está perdendo”….].

No entanto, passado uns dias, enfim chega a SMS, e nós caimos na real. Daí vem o momento deprê. Maldições, pragas rogadas, choros no travesseiro, lamentos, tristeza, olheiras, quilos a mais ou a menos.

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Comigo, o momento deprê sempre foi muito generoso! Perdia os quilos que estavam sobrando e ficava “no ponto” para a próxima conquista! Tá, eu também chorava por uma semana, ou por uns 4 dias…. Mas uma hora as lágrimas acabavam, ou eu simplesmente enjoava de ficar com minha cara ali, enfiada naquele travesseiro.

O momento deprê mais rápido que tive, durou duas horas. Aconteceu no primeiro não-te-quero-mais, que me foi inocentemente dito nas entrelinhas. 

Esse “chute na bunda” aconteceu às 18h. Fui pra casa, me dei conta do que tinha acontecido, chorei durante 1h agarrada ao travesseiro. Pensei durante 15 minutos como eu estava sendo boba e ridícula, e em seguida fui tomar banho e me arrumar. Às 20h estava numa festa dançando horrores! Estava curada. Porém, eu ainda não sabia que tinha sido trocada por outra. Quando soube…. Bem, isso já passou, né? Pra quê relembrar?

Depois disso, outros episódios parecidos aconteceram [pelo menos, uns dois]. E confesso, o momento deprê demorou um pouco mais. Porém, nunca mais do que uma semana. Juro.

Eu sempre soube ocupar minha cabeça com coisas melhores, ao invés de ficar pensando no falecido. Tipo: sair com as amigas, tomar umas cervejas, rir pra caramba com as-conversas-proibidas-para-ouvidos-masculinos,  e beijar aquele lindo que apareceu, “do nada”, lá no barzinho.

Mas lógico, cometi erros imperdoáveis no auge do momento deprê, como por exemplo, colocar no orkut, a foto de um zé mané [lindo, mas ainda assim, um zé mané] que eu estava tendo um affair, pra o outro que me deixou, ver que eu estava bem, obrigada, mesmo depois de saber que tinha sido “trocada”. Cabeça de vento. Depois aprendi (?) que não é assim que se faz.

Bom, mas cada um tem seu modo de sair do fundo-do-poço-emocional. Eu tenho o meu, e talvez você também tenha o seu. E só falei sobre isso, porque vejo atualmente, algumas amigas passando por essas fases-sem-noção-de-um-pós-fora.

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Se ele(a) tiver trocado você por outra(o), nada do que você fizer ou disser no orkut [ou no twitter], vai fazer ele repensar no caso, e voltar pra você. Pelo contrário, só vai servir pra novata ficar rindo de sua cara… Mal sabe ela que poderá passar pelo mesmo, um dia… [Ops, será que tô falando demais? Perdoem-me. Deve ser culpa do vinho…]

 

Assinatura

2 mil pitacos!:

mary. disse...

as mulheres são velhas conhecidas desses momentos... rs

Beth Amorim disse...

Então!!! Algumas quase experts! rsrs

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