Gostou? Então espalha pra galera!

22 julho 2011

É minha só, não é de mais ninguém*...[Hoje: 120 dias sem ele]

Quatro meses se passaram. Porém, as lembranças ainda estão muito vivas. ... E, apesar de todos esses dias, de todas as lutas travadas contra meu próprio ser, de todas as vezes que eu tentei não lembrar, ela, a dor, continua aqui. Pode nem aparentar tanto por causa desse meu-jeito-meio-otimista-e-alegre-de-ser. Mas, não. Ela não diminuiu. 

Se eu não tenho o meu amor,
Eu tenho a minha dor
A sala, o quarto,
A casa está vazia,
A cozinha, o corredor.*


E tem mais: ela é sorrateira, impiedosa e instável. Chega sem aviso prévio, e de repente se instala. Embora eu já consiga manter um certo controle sobre isso, sinto que às vezes ela ainda tenta me derrubar. Percebo que ela me acompanha aonde quer que eu vá. E fica lá, só esperando uma oportunidade pra aparecer. E a melhor oportunidade que ela acha, são quando as lembranças mais fortes chegam [como hoje...]. E são muitas lembranças, muitas recordações. Não há como lembrar dele, e dor não sentir. Elas, as lembranças e a dor, andam juntas quase todo o tempo, por mais que eu tente evitar. Quando uma vem, a outra logo chega.



O tempo passou... Achei que quando isso acontecesse, algumas coisas ficariam menos doloridas. Mas a caixinha da memória também pode ser malvada. Ela relembra-me, a todo instante, momentos [juntos] que deixaram de existir, épocas específicas do ano que outrora não eram tão solitárias e tristes como são agora, beijos que se foram, cheiros e gostos de um ser que já não existe mais... É difícil lidar com tudo isso. Principalmente com a ideia de que "ele não existe mais".

Uma vida interrompida. Um amor inesquecível. Uma ausência que sufoca. Uma saudade que maltrata. E essa dor que não passa. 

Sinceramente, às vezes eu [ainda] olho pra mim e pergunto: como você consegue ficar de pé, mesmo sabendo de tudo isso que te aconteceu? Como você consegue colocar esse sorriso no rosto, fazer piada, pensar em outras coisas e manter uma vida aparentemente normal, mesmo com essa dor tão horrível que ainda sufoca seu peito? Como você consegue dormir sem aqueles braços que te envolveram durante dois ininterruptos anos? Como você consegue acordar todas as manhãs e manter sua rotina diária normalmente, mesmo sentindo essa falta absurda de um alguém que fazia parte das 24h do seu dia? 

Um ponto de interrogação bem grande se instala em minha face. Eu não sei como responder nada disso que me pergunto. Não sei mesmo. No entanto, eu sei que muitas pessoas que passaram pela mesma coisa, também conseguiram continuar suas vidas... Mas eu não achei que conseguiria. Nem nos meus pensamentos mais otimistas naquele 22 de março, eu me imaginaria do jeito que eu estou hoje: totalmente lúcida e com essa coragem toda pra tentar superar essa "paulada na cabeça" que a vida me deu. 

Acredito que quem me vê por aí, acha até que já está tudo superado. Pensa que eu já o esqueci, que talvez eu nem o amasse tanto assim como eu sempre disse que amei, que eu escrevo essas coisas no blog só pra chamar atenção, pra provocar dó, ou coisa parecida. Sei que nem todos pensam assim, mas tem muita gente que só pelo olhar, eu percebo que tá pensando exatamente isso. 

Mas não pensem que eu me importo. Não... Eu não me importo de jeito nenhum [até porque não faz diferença alguma na minha vida o que pensam ou o que deixam de pensar ao meu respeito]. E não me importo justamente por saber que talvez seja essa a impressão que eu mesma passe para as pessoas. Eu tenho consciência disso. E se passo essa impressão, é por acreditar que elas não têm obrigação de saber uma coisa que só pertence a mim. 



Aos outros eu devolvo a dó
Eu tenho a minha dor*



Afinal, por que eu iria querer ficar demonstrando em todos os lugares que vou, essa dor avassaladora que ainda me consome? Seria irritante e desgastante demais. Por isso, guardo-a só pra mim e tento disfarçá-la (ou até mesmo sufocá-la) da maneira que me convém. Obviamente, uma hora eu não seguro; mas, geralmente, só quem vê é meu travesseiro... Penso que talvez eu disfarce tão bem, que em alguns momentos eu "engane" até a mim mesma. Dirá às pessoas...  

Na verdade, o que realmente importa para mim, é saber o que ainda tem "aqui dentro". E aqui dentro ainda resta um coração machucado e dolorido. Por isso, procuro todas as formas possíveis de tratar e amenizar essa dor. Ora consigo. Ora não. No entanto, um dos momentos mais difíceis desse "tratamento" se dá  quando eu tento achar um jeito de lidar com esse amor que ainda existe, mas que agora é impossível de ser vivido... 









*Trechos da música "De mais ninguém", de Marisa Monte. 

12 mil pitacos!:

Tempo de Mulher disse...

Beth, sei que é impossível mensurar o tamanho da dor e saudade que você está sentindo. Mas queremos lhe dizer que estamos aqui, dispostas a dividir um pedacinho dela com vc, ou melhor, que vc nos dê um pedacinho dela para que possamos carregar juntas. Mudando um pouquinho a frase de John Donne, "nenhuma MULHER é uma ilha", e não há dia atarefado o bastante que não nos permita parar um tempo e lhe mandar boas energias. Tenha certeza que nós aqui do TDM estamos fazendo isso.
Um abraço bem apertado!

Jazz @brabul disse...

Você está certíssima. Até porque, alimentar essa dor frente aos outros pode ser prejudicial pra você.

Todos temos nossa dor e enquanto as pessoas imaginam que nossa vida é melhor que a delas (a maioria só enxerga o umbigo mesmo!), só nós mesmos (ou amigos muito próximos) temos ideia de como ela pode ser um horror, atrás daquele sorriso aparente.

Chaplin diz,"sorri quando a dor te torturar". É assim mesmo. Todos brincamos de ser palhaços para o mundo, mesmo carregando um sofrimento que, pode não ser invisível às pessoas comuns, mas que o sábio sabe que ela existe e está lá - mesmo que não possamos enxergá-la no outro.

Continuemos a nadar... porque o mundo não vai parar por nossa causa.

Te abraço e te entendo. Força.

Ju Dacoregio disse...

Pois faço coro com o TDM e cito aqui um trecho do poema de John Donne e mais uma parte de um texto da Professora Sandra Kezen:

“Nenhum homem é uma ilha, sozinho em si mesmo; cada homem é parte do continente, parte do todo; se um seixo for levado pelo mar, a Europa fica menor, como se fosse um promontório, assim como se fosse uma parte de seus amigos ou mesmo sua; a morte de qualquer homem me diminui, porque eu sou parte da humanidade; e por isso, nunca procure saber por quem os sinos dobram, eles dobram por ti”.

A razão de meu encanto pela citação acima não é apenas sua beleza poética, é seu sentido mais profundo: John Donne já sugeria que nenhum homem poderia existir sozinho. Ele afirma que nós somos todos interligados, e que a perda de um ser humano é também a nossa perda. Nesse mesmo sentido, a morte de uma pessoa é a nossa própria morte, ou seja, cada vez que os sinos dobram, a humanidade perde algo precioso: uma vida, e, com ela, toda uma história."

Pensamentos soltos disse...

Ow Beth é tão ruim te ver assim, sei que é muito difícil tudo o que você está passando e principalmente que ninguém sabe da sua dor, e como você mesma disse o que os outros pensam não vai fazer diferença na sua vida, deixe que pensem a vontade...pois ninguém esta na sua pele. Apenas continue sendo forte como você já provou ser .
Um grande Abraço .
=*

Ju Dacoregio (dinooovooo) disse...

Aí vai mais um texto que não é meu. Ele é meio irônico, mas me anima quando o leio. Sei lá, tem uma pegada "a vida é assim mesmo, vamos em frente ou fiquemos aqui parados mesmo, tanto faz, ninguém tem nada com isso"... heheh... Quem sabe te dá um pouco de inspiração, uns segundos de sossego ou uma risada de canto de boca (aquelas que a gente sabe o qto são importantes qdo vêm lá de dentro). Bom, sem mais enrolações:

"Traga os cigarros, os cafés e os beijos e prometo, nada será como antes. Esqueça as grandes mazelas e delicie-se com a ironia das pequenas desgraças. Desperdice companhias agradáveis e marque um encontro com seu eu lírico. Voe alto e não caia do abismo sem o bat-cinto-de-utilidades; caso caia, ria do seu cadáver desmembrado e pense: “Jamais conseguiria isso com yoga!”. Não jogue fora os livros do Paulo Coelho; faça fogueira com eles e chame os amigos para um culto satânico entre marshmallows no espeto e PJ Harvey. Não chore nos velórios — eles são os últimos shows e os defuntos, as estrelas. Não conte piadas em enterros — a última piada pode ser… mortal. Escute Norah Jones, e quando mais velho escute Billie Holiday — os pequenos peixes sempre levam aos grandes. Sinta a paixão apunhalar o seu coração; mas não esqueça de renascer depois ou Nietzsche vai se revirar no túmulo cinzento. Perca seu guarda-chuva, deixe que a chuva molhe as suas roupas e cabelos, mas não esqueça de passar no Carrefour e comprar chá de camomila depois. Leia Platão, Aristóteles e Virginia Woolf, mas não deixe passar a Tititi que prometer responder a seguinte pergunta: “Cher, Thalia e Marilyn Manson tiraram mesmo as costelas?”. Saia para os inferninhos mas não os leve pra casa — o lar é o céu que você tenta disfarçar de inferno. Pense sempre nos amigos como família, mas não se engane — “família” não é sinônimo de “amizade”. Tome sopa num dia de verão, tome sundae num dia de inverno, invente neuroses e dê a elas nomes de Smurfs — quebre as convenções e estará aumentando o mercado de trabalho da antropologia. Acredite na perfeição, na felicidade e na eternidade de um único momento e me procure em seguida — tentarei absorver um pouco por osmose. Viva cada dia como se fosse o primeiro e tente ver a beleza na falta de obviedade. Não seja medieval, tampouco renascentista. Seja enfaticalista! Não veja o vídeo do Filtro Solar em demasia, ou acabará fazendo algo como… isso. Enfim… viaje, abandone, fuja, corra, e volte. Volte. Ame, odeie, destrua, reconstrua, erre, e seja sempre fiel ao que te conduz. Amém."

amém , amém e amém, que assim seja!

um abraço do tamanho do mundo, se eu te visse agora, juro q te pegava no colo! Acho q eu te güento com meu 1,75 e 60 e alguns kilos!!! hhheheheheheh

Non Nattus Júnior disse...

Olá Beth,A Fênix!
Não posso negar que fiquei comovido com suas palavras.Por mais uma vez , senti megatons de sinceridade nelas .Infelizmente esta é forma mais dura que vc teve de continuar demostrando todo seu amor!

Uma coisa que vc não provoca é " dó".Muito pelo contrário,neste seu momento o que vc nos despertou foi admiração.


Um abraço bem forte na sua alma.

Irene - educadora com orgulho disse...

Beth, boa tarde!!!! Que texto bonito.... Verdadeiro.... Só que AMA de VERDADE é capaz de transmitir ao outrem o que sente; e VOCÊ deixou ser tão transparente....
Parabéns!!!! Continue com esta autenticidade e objetivade, pois a VIDA é o dom mais precioso que temos e enquanto existir SAUDADE, o AMOR continuará VIVO nos nossos corações. Abraços!

Anônimo disse...

oii, gostei muito do seu blog.
Entre no meu e veja se gosta também e seja nosso seguidor, vlw.

www.hatesosweet.blogspot.com

A flower...however it has thorns... disse...

A realidade e racionalidade são duas coisas que admiro em quem consegue vivê-las...acrescento a sinceridade, assim como também a mobilidade de enfrentar a vida com aquilo que temos de verdade...
No dia em que muito dói, a gente chora...
no dia em que dói menos, a gente "comemora"...
imbatíveis não somos...
invencíveis também não...
como uma balança, então seguimos seja a dor um substantivo abstrato para uns e para outros não!
Beijos Beth

edson-china disse...

Muito emocionante essa sua declaração, fiquei tocado mesmo.Acho q você tentou expressar bem como é tentar continuar de pé.Um desabafo muito sincero. Só realmente que sente essa dor no peito sabe que ela chega sem avisar, de repente e fica teimando e queiamndo como um espinho, como uma lança. Toda a força pra ti!

Diana disse...

"Um desabafo muito sincero."
Hoje por coincidência, li dois textos que me emocionaram muito: o seu querida Beth, que nos demonstra a dor e a força de um grande amor, e o de uma mãe que perdeu o filho. Mesmo sabendo de suas difinições sobre Jesus, gostaria de compartilhar este texto com vc tbm:

"Certa vez ouvi dizer que na adversidade Jesus toma conta de todo nosso ser, de fato isso aconteceu comigo no dia 10 de novembro de 2010. Nesse dia recebi uma notícia que nenhuma mãe gostaria de ouvir, ou seja, que meu filho acabara de falecer em um acidente de moto. Naquele momento senti meu coração esfriar e ao mesmo tempo, medo, insegurança, dúvidas, e por fim tristeza tomaram conta da minha vida. Depois de algumas horas veio a confirmação de que realmente meu filho havia partido desse mundo e junto dele muitos projetos ao qual ele planejava e eu também como mãe sonhava para ele, simplesmente pararam no tempo.

A dor de não poder mais ver meu filho falar, sorrir, abraçar- me, colocar- me em seu colo, levar-me para passear, enfim não aconteceria mais. Eu não conseguia ficar em pé diante da dor que parecia me consumir e nem mesmo sequer ouvir o que as pessoas falavam para mim naquele momento. Restava-me apenas segurar a camisa de meu filho junto a meu rosto, como que em dado momento o substituísse, e chorar deitada em uma cama, pois uma parte de mim também partira junto com ele. Mas como o Senhor não nos abandona nunca, eis que uma pessoa veio ao meu encontro, envolveu-me em seus braços, e disse aos meus ouvidos com autoridade que Jesus lhe concedia a seguinte frase: Assim como minha mãe ficou de pé diante de meu sofrimento, você vai ficar de pé diante de seu sofrimento, pois como filha escolhida, sentirá meu amor preencher o espaço vazio deixado em seu coração com a partida de seu filho. Sem dúvida alguma senti naquele momento, Jesus e Maria segurarem-me pelas mãos e conduzirem-me para o que seria o último momento de uma mãe diante de seu filho, que já se encontrava nos braços do Pai.

Minha dor só não foi maior que a de Nossa Senhora, que assistiu de perto todo o sofrimento de seu filho Jesus, horas antes dele morrer. Graças a Deus que teve compaixão de mim, não permitindo que meu filho sofresse. Uma frase citada na música da Adriana (Canção Nova) guardo em meu coração. “Lágrimas doem pra valer, mas sempre há de prevalecer. Toda vontade do Senhor presente em minha vida.” Agradeço a Jesus por ter enviado uma pessoa para ficar a meu lado durante todo tempo em que fiquei diante de meu filho, pois o Senhor quis precisar dela para amenizar minha dor, dizendo tudo aquilo que o Espírito Santo queria que eu ouvisse, para que eu ficasse de pé, conforme havia anunciado.

Meu filho foi sepultado e nossa separação foi consumada apenas fisicamente, pois ele permanece vivo para sempre em meu coração, da mesma forma que Jesus e Maria também. Sinto isso, pois na manhã seguinte ao contemplar um novo dia que surgia, perguntei ao Espírito Santo se meu filho Wilker estava feliz diante de sua nova morada, queria uma resposta concreta através de algo que pudesse ver. No mesmo instante próximo a janela de meu quarto pousou um pássaro, muito bonito por sinal, que ficou olhando para mim durante alguns minutos o suficiente para que sentisse uma paz muito grande e tivesse certeza de que minha pergunta fora respondida.

Obrigado Senhor por viver a sua palavra no evangelho de João Cap. 11 Versículos 25-26. Disse- lhe Jesus: “Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim ainda que esteja morto, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim, jamais morrerá “ .

A paz de Jesus e todo amor de Maria estejam com vocês.
Jeilsa Almeida."

CLÁUDIA disse...

OI BETE..VEZ OU OUTRA PASSO PELO SEU BLOG...É COMPLICADO FALAR DIANTE DO QUE ACABEI DE LER, AINDA MAIS FALAR PARA ALGUEM QUE NÃO CONHECO.AO TERMINAR DE LER ESSE POST, TOMEI CONTA DO QUANTO NÓS SERES HUMANOS SOMOS IMPOTENTES, PRINCIPALMENTE EM UM MOMENTO DE DOR COMO ESSE QUE VOÇÊ PASSA.O MÁXIMO QUE SE CONSEGUE FAZER É PRONUNCIAR PALAVRAS DE CARINHO E CONFORTO OU SIMPLESMENTE OFERECER UM ABRAÇO QUE CONFORTA.TALVEZ QUALQUER PALAVRA QUE EU DIGA AQUI VOÇÊ JÁ TENHA OUVIDO.DAR UM ABRAÇO? TALVEZ, SE A CONHECESSE.SÓ QUERO DIZER, QUE AO TERMINAR DE LER O QUE VOÇÊ ESCREVEU EU ME SENTI TRISTE.NÃO SENTI PENA DE VOÇÊ NÃO.ME SENTI TRISTE DE VERDADE.DIZER QUE VOÇÊ VAI ESQUECER SERIA BURRICE.EXISTEM COISAS QUE NAO SÃO PARA SEREM ESQUECIDAS.NESSES CASOS O TEMPO SERVE COMO UM CONCILIADOR. ELE VAI NOS ENSINANDO A CONVIVER COM A DOR, COM A SAUDADE, COM AS LEMBRANCAS QUE SE TORNARAM DOCES E AMARGAS AO MESMO TEMPO.ELE NÃO TIRA A DOR DA GENTE, NÃO ARRANCA O SOFRIMENTO, ENSINA A CONVIVER COM ESSES MORADORES INDESEJADOSNQUE SE INSTALARAM NA GENTE.É UMA LIÇÃO DIFÍCIL, DOLOROSA, DEMORADA.MAS A GENTE APRENDE.TEM QUE APRENDER, INFELIZMENTE.E EU TENHO CERTEZA QUE VOÇÊ TEM PESSOAS MARAVILHOSAS AO SEU LADO TE APOIANDO SEMPRE E QUE COM CERTEZA ESTÃO JUNTOS COM VOCÊ NESSA.TALVEZ PELO QUE ACABEI DE ESCREVER, PENSE QUE JÁ PASSEI POR ALGO ASSIM,MAS NÃO, NÃO PASSEI.SÓ ESTOU TRISTE POR VOÇÊ.NÃO SEI SE ISSO VAI TE AJUDAR DE ALGUMA FORMA, SE NÃO, ME PERDOE.NÃO FOI ESSA MINHA INTENÇÃO.SE DÊ O TEMPO QUE VOÇÊ PRECISA.NÃO SE COBRE MUITO NÃO.ENERGIA POSITIVA PRA VOÇÊ SEMPRE E MUITA PAZ.

Não Seja Egoísta! Compartilhe!