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14 agosto 2012

Nem o café pra me salvar...



Às vezes tenho a sensação que tô virando um zumbi... O rojão tá pesado e as horas de descanso (de verdade) já são quase inexistentes... Bebi tanto café nesses últimos dias (pra poder me manter acordada em alguns momentos) que meu corpo já não aceita mais o café. Tomei hoje no intervalo, e tô passando mal até agora...

Uma mesma pergunta fica sempre martelando na minha cabeça: _ poxa, como você tá conseguindo??? É muita coisa pra dar conta... É muita coisa pra fazer... É muita distância pra percorrer... É muita pressão pra suportar... É muito prazo pra cumprir... 

É como se eu tivesse correndo muito rápido, e mesmo querendo parar, as pernas não me obedecessem... As poucas horas de sono já não fazem efeito algum e mesmo após um sábado e um domingo, eu acordo como se ainda estivesse numa sexta: totalmente cansada e esgotada... Até porque eu não paro pra descansar. Sempre existe algo pra fazer... Tô vendo a hora o combustível acabar e o psicológico ruir...

#tired

5 mil pitacos!:

Valmidênio Barros disse...

Menina do Céu! Eu logo vi que, pro Tempestade ficar tanto tempo sem atualização, alguma coisa tinha que tá "pegando".

Olha só. Eu não sou de dar conselhos e, mesmo que fosse, ninguém iria levar meus conselhos a sério. Mas o que eu posso dizer é, mais ou menos, o óbvio: cada pessoa tem um limite e é muito bom conhecê-lo justamente pra nunca ir além.

Passar dos limites é, geralmente, uma prova irrefutável de desconhecimento sobre si mesmo. Eu já não sou mais um adolescente e, na minha idade, já posso dizer com orgulho que me conheço bem. Às vezes eu passo dos limites, mas de uma forma absolutamente consciente (embora irresponsável), já sabendo que posso ter que precisar lidar com tudo de ruim que pode vir a resultar disso.

Uma vez, só pra ilustrar, eu quis descobrir quanto tempo eu aguentava ficar sem dormir... Me aguentei de pé por 57 horas! Esse é o meu limite? Claro que não! Fiquei 57 horas acordado por pura curiosidade. Se houvesse um motivo mais... premente, ou um incentivo mais... excitante, eu teria aguentado muito mais tempo.

E aqui vai uma lição que aprendi: nossos limites são função direta dos nossos estímulos. Não é o objetivo que pretendemos alcançar que nos move em direção a ele. São os motivos que a gente mesmo se dá para querer chegar lá.

Carlos Medeiros disse...

Melhor dar uma parada espontânea, do que uma parada obrigatória. Abraços.

Carlos Medeiros disse...

Sinceramente, passar tantas horas sem dormir, não passo não, a não ser em casos extremos de necessidade. Trabalhei demais numa época de minha vida (sem reconhecimento), e me saiu caro, mexeu com minha saúde.

João Carias disse...

Olá, tudo bem?

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Pensamentos soltos disse...

Tempestade de ideias fora do "Ar' fez falta.viu?
Boa sorte na sua dura jornada.

Abraço

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