Mil razões corroem
todo o meu ser de alma sofrida,
banhada na agonia
que lentamente asfixia
todo o meu ser grito de revolta.
Sou caminhante
de uma vida desgastada
pelos meandros da falsidade.
Sinto-me violada
no sentimento do verbo querer
e já não quero nada.
Chove intensamente,
isolo-me sentada na parada,
não vislumbro nada,
apenas muros dos quais estou cercada.
Quero partir,
fugir,
desaparecer como fumo
e não mais ser relembrada.
Maria Mateus
Impostos do Ciclo do Ouro no Brasil
Há um mês
















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