Gostou? Então espalha pra galera!

23 março 2010

Taí, esse é legal mesmo!!!

Jesus é legal!
Se ele nasce, eu ganho presente;
Se morre eu ganho chocolate!




Ps.: Só para lembrar, esse é um espaço particular, onde coloco opiniões minhas. Respeito todos os credos, mas peço que também respeitem minha inerente liberdade "religiosa", ou seja, acreditar ou não no que eu bem quiser....

Beth Amorim

22 março 2010

Drês (Nando Reis)

Três dias atrás
Tudo era diferente
Três dias pra frente
Nada vai ficar igual
E eu tenho medo

É longe demais
Leva muito tempo
Ficou aqui dentro
Não some nunca mais
Foi muito cedo

Somos vegetais
Da flor a semente
Há pedra na gente
Efervescentes minerais
De ouro e vento

Terrenos mortais
Eternos no presente
Impérios latentes
dos tempos ancestrais
Sonho e segredo

Três dias a mais
Todos drês e urgentes
Três dias somente
Poucos, mas fundamentais
Eu te desejo

Angústia

O ar some
O peito aperta
A respiração falha

Quando não cabe mais em mim,
Transborda através de lágrimas...

Angústia que não passa
Aperto que me sufoca
Pressentimento de que algo  pode não estar bem

Pode ser sério
Pode ser bobagem
Pode nem ser nada
Pode até ser tudo.

Bt. Am.

A História do Papel

Os egípcios inventaram o papiro, no início da era cristã, trançando fatias finíssimas de uma planta com o mesmo nome, retiradas das margens do rio Nilo.

No século II, o papiro fazia tanto sucesso entre os gregos e os romanos, que os mandatários do Egipto decidiram proibir a sua exportação, temendo a escassez do produto.

Isso disparou a corrida atrás de outros materiais.

Na cidade de Pérgamo, na Antiga Grécia (hoje, Turquia), foi usado o pergaminho, obtido da parte interna da pele do carneiro. Grosso e resistente, ele era ideal para os pontiagudos instrumentos de escrita dos ocidentais que cavavam sulcos na superfície do suporte, os quais eram, depois, pacientemente preenchidos com tinta.

O pergaminho, entretanto, não era liso e macio o suficiente para resolver o problema dos chineses, que praticavam a caligrafia com o delicado pincel de pêlo, inventado por eles ainda no ano 250 a.C. - só lhes restava, assim, a solução muito menos econômica de escrever em tecidos como a seda.

E o tecido, naqueles tempos antigos, podia sair tão caro como uma pedra preciosa.

Provavelmente, o papel já existia na China desde o século II a.C., como indicam os restos num túmulo, na província de Shensi.


Mas o facto é que somente no ano 105, o oficial da corte T'sai Lun anunciou ao imperador a sua invenção. Tratava-se, afinal, de um material muito mais barato do que a seda, preparado sobre uma tela de pano esticada por uma armação de bambu. Nessa superfície, vertia-se uma mistura aquosa de fibras maceradas de redes de pescar e cascas de árvores. No ano 750, dois artesãos da China foram aprisionados pelos árabes, na antiga cidade de Samarkanda, aos pés das montanhas do Turquistão.

A liberdade só lhes seria devolvida com uma condição - se eles ensinassem a fabricar o papel, que assim iniciou a sua viagem pelo mundo. No século X, foram construídos moinhos papeleiros em Córdoba, Espanha.

Os italianos da cidade de Fabriano começaram a fabricar papel, em 1268, à base de fibras de algodão e de linho, além de cola - substância que, ao envolver as fibras, tornava-as mais resistentes às penas metálicas com que escreviam os europeus. Quanto ao preço, no entanto, papel e pergaminho empatavam, pois era muito difícil conseguir roupas velhas para extrair a celulose.

Quando, na Renascimento, o advento da imprensa fez o consumo de papel aumentar terrivelmente, os ingleses chegaram a determinar que as pessoas só poderiam ser enterradas com trajes de lã, a fim de poupar os trapos de algodão, deixados como herança para os papeleiros. Até hoje o papel-moeda, por exemplo, não dispensa esse nobre ingrediente, que por ter fibras longuíssimas faz um produto difícil de rasgar.


O algodão demorou até ser substituído.

Apenas em 1719, o entomologista René de Réaumur (1683-1757) sugeriu trocá-lo pela madeira.

Ele observou vespas a construir ninhos com uma pasta feita a partir da mastigação de minúsculos pedaços de troncos.
 

21 março 2010

Por Que Será Que Sou Assim?


Certo ou errado, todos nós temos um jeito de ser, reagir, intervir, partilhar, entender, seja lá o que for. Bom, mesmo sabendo disso, ainda me pego fazendo a pergunta que está logo acima, no título dessa postagem....

Tenho uma mania, que parece incurável, de sempre [me] fazer perguntas sobre a origem das coisas (mas não sobre todas as coisas...!). De saber porque elas são assim ou daquele jeito, como tudo começou, por que aconteceu, e algo mais dessa estirpe. Isso, às vezes, causa "uns nós" sem tamanho nessa minha cabeça paranóica e pensativa. Tento me 'autoadestrar' para não fazer mais isso. NADA! Não consigo mudar.

Sobre os questionamentos, seria fácil resolvê-los: investigar e concluir. Mas será que podemos confiar nas nossas conclusões? Me perco e fico mais pensativa ainda. 


Como entender certas reações [ou a falta delas] ou como aceitar que as respostas nem sempre são as que queremos? Quando me vem a dúvida, penso, mesmo não querendo pensar, e mesmo não querendo imaginar as tais respostas....

Acontece que, em certos momentos, sinto como se eu estivesse sozinha num barquinho, no meio de um oceano infinito e revolto, sem saber que direção ou decisão tomar...

Ultimamente confesso que estou meio estranha. Parece que a outra de mim, a que fica escondida, tá querendo lutar por seu espaço. E sinto como se estivessem duas pessoas brigando dentro de mim, sendo que as duas sou eu mesma! Pode? 


Vá entender uma coisa dessas...

Beth Amorim

20 março 2010

A Caixa da Memória Sobregarrega-se


Martírio em vão. Parece que não mais se acha. Só há lástimas. Reflexo de um passado inglório que, não se sabe porque, vem...

Abomine
Esqueça
Abstraia
Viva
Queira

Nada pode ser pior do que a felicidade que não se completa. Existe um vazio que teima e fica. Os cacos se desprendem e se estilhaçam pelo chão frio e úmido.

Não há mais verão. Não há mais primavera. Só há o inverno congelante. Os relampejos existem. As ideias aparecem. Mas a plenitude se nega a chegar.

Como deixar de ver, como esquecer, como não mais querer viver uma vida que não é sua? Uma vida que já se foi? Uma vida de desesperança... 

Os erros persistem, acontecem, te enlouquecem. A solidão momentânea castiga, enoja, sobrepuja. E mesmo estando longe, muito longe, ainda te afeta, e o pior: isso é gritante.

O corpo sofre, o interior despedaçado clama por um pouco de paz. A razão não ajuda. A mente incentiva. O coração dói.

Bt. Am.

19 março 2010

E o melhor, é Que o Tempo Não Pára!



Disparo contra o sol
Sou forte, sou por acaso
Minha metralhadora cheia de mágoas
Eu sou um cara
Cansado de correr
Na direção contrária

Sem pódio de chegada ou beijo de namorada
Eu sou mais um cara
Mas se você achar
Que eu tô derrotado
Saiba que ainda estão rolando os dados
Porque o tempo, o tempo não pára
Dias sim, dias não
Eu vou sobrevivendo sem um arranhão
Da caridade de quem me detesta
A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas ideias não correspondem aos fatos
O tempo não pára
Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára
Eu não tenho data pra comemorar
Às vezes os meus dias são de par em par
Procurando uma agulha num palheiro
Nas noites de frio é melhor nem nascer
Nas de calor, se escolhe: é matar ou morrer
(...)

** Cazuza **

Em 19 de março de 1859, Charles Darwin concluiu A Origem das Espécies

Há 151 anos surgia uma das teorias que mais revolucionaram o mundo, e que até hoje é alvo de muitas polêmicas. O lançamento do livro Origem das Espécies causou um grande "rebuliço" no meio científico por apresentar algo original e surpreendente para a época:


"A Origem das Espécies (em inglês: On the Origin of Species), do naturalista britânicoCharles Darwin, é um dos livros mais importantes da história da ciência, apresentando a Teoria da Evolução, base de toda biologia moderna. O nome completo da primeira edição (1859) é On the Origin of Species by Means of Natural Selection, or the Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life (Sobre a Origem das Espécies por Meio da Selecção Natural ou a Preservação de Raças Favorecidas na Luta pela Vida). Somente na sexta edição (1872), o título foi abreviado para The Origin of Species (A Origem das Espécies), como é popularmente conhecido.
 
Nesse livro, Darwin apresenta evidências abundantes da evolução das espécies, mostrando que a diversidade biológica é o resultado de um processo de descendência com modificação, onde os organismos vivos se adaptam
gradualmente através da selecção natural e as espécies se ramificam sucessivamente a partir de formas ancestrais, como os galhos de uma grande árvore: a árvore da vida.

A primeira edição, publicada pela editora de John Murray
em Londres no dia 24 de Novembro de 1859 com tiragem de 1.250 exemplares, esgotou-se no mesmo dia, criando uma controvérsia que ultrapassou o âmbito académico. Um exemplar da primeira edição atinge hoje mais de 50 mil dólares em leilão.

A proposta de Darwin, que as espécies se originam por processos inteiramente naturais, contradiz a crença religiosa na criação divina tal como é apresentada na Bíblia, no livro de Génesis. As discussões que o livro desencadeou se disseminaram rapidamente entre o público, criando o primeiro debate científico internacional da história."

Fonte: Wikipédia

Sei ou não sei! Eis a questão!

http://mrkito.files.wordpress.com/2008/01/eu-queria-ser-amor-geisa.jpg



"Ah o amor ... que nasce não sei onde, vem não sei como e dói não sei porque..."

18 março 2010

Mais uma do Cristovam Buarque

A Internacionalização do Mundo


  por Cristovam Buarque*

Durante debate em uma Universidade, nos Estados Unidos, fui questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia. O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro. Foi a primeira vez que um debatedor determinou a ótica humanista como o ponto de partida para uma resposta minha.

De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.

Respondi que, como humanista,

Não Seja Egoísta! Compartilhe!